Você está aqui: Página Inicial / Histórias

Histórias

Escola de Teologia é reconhecida pelo MEC com nota máxima nos cursos presencial e a distância

Origem da universidade, curso de Teologia é considerado o melhor do Brasil

Teologia 2Origem primeira do que hoje é a Universidade Metodista de São Paulo, a Faculdade de Teologia da Igreja Metodista também se prepara para a grande celebração de 80 anos, em 2018. A trajetória da FaTeo, atual Escola de Teologia, portanto, está intimamente vinculada à vida da mantenedora (Instituto Metodista de Ensino Superior) e da Universidade.

Foi neste século 21 que a Escola de Teologia deu os passos mais marcantes. O ano de 2000 é marca simbólica na contagem do tempo: a então FaTeo conquistou o reconhecimento do curso presencial de Teologia pelo Ministério da Educação com conceito máximo 5 pela Comissão de Especialistas. Foi o segundo curso a ser reconhecido no Brasil e o primeiro com tal avaliação. Já o curso de Teologia a distância foi reconhecido pelo MEC em 2003, também com nota máxima 5, feito conquistado por apenas 13 cursos EAD em todo o Brasil. Por ser o único de Teologia presente nesta lista, é considerado o melhor curso do Brasil.

Essa perspectiva levou à ampliação dos espaços, em 2005, com a construção do Edifício Ômega, em espaço contíguo ao campus sede do Rudge Ramos. O local passou a integrar ensino e pesquisa, com novas salas de aula e uma moderna biblioteca, um anfiteatro com capacidade para 300 pessoas e um Cenáculo, reprodução do interior de uma igreja dos primeiros séculos da era cristã (Síria - Fenícia), espaço para oração e meditação no intervalo dos trabalhos acadêmicos. Tudo isso valorizando a história e a tradição wesleyana, ilustradas por meio de quadros e murais que decoram o ambiente.

Leia mais

Comunicar erros

Escola de Ciências Médicas e da Saúde: um olhar para a comunidade

Público conta com serviços integrados na Policlínica e Veterinária certifica para atuação nos EUA e Canadá

3.jpg
Fisioterapia é uma das especialidades da Policlínica, que tem 38 consultórios a serviço do público
A história recente da Universidade Metodista de São Paulo está ligada de modo estreito à trajetória da própria área da saúde. Apesar de dois dos cursos mais tradicionais terem completado mais de 40 anos de história – Psicologia e Odontologia --, a maioria das graduações atuais surgiu justamente e simultaneamente à criação da Universidade. “Podemos afirmar que a implantação e o desenvolvimento desses cursos promoveram não somente a consolidação da área da saúde como referência em nossa Universidade, mas também demonstraram o compromisso e a missão da Metodista com o próximo, com a comunidade”, pontua Rogério Gentil Bellot, diretor da Escola de Ciências Médicas e da Saúde.

Servir à população foi e sempre será o principal olhar dos cursos de saúde, enfatiza o professor Bellot. Afinal, sustentados no trinômio ensino-pesquisa-extensão, não haveria outra forma de atuação de uma universidade senão ouvindo, relacionando-se e revertendo seus resultados à população circunvizinha, acrescenta o diretor.

Hospital veterinário, clínicas, Centros de Estudos, academia esportiva, farmácias e laboratórios, todos foram concebidos e implantados visando a excelência na formação acadêmica e, em todos os momentos, com atividades alinhadas às necessidades locais. “Não se trata de assistencialismo ou mesmo de obrigação, mas sim a percepção do real papel da Metodista em São Bernardo e no Grande ABC”, ressalta. Em todos os cursos de saúde, os alunos participam de projetos multiprofissionais e grande parte da carga horária é prática.

Leia mais.

Comunicar erros

Escola de Comunicação, Educação e Humanidades reúne vários títulos e prêmios

Cursos entre os melhores do Brasil, inovação e formação de educadores são alguns dos destaques


A Metodista já brilhou por sete vezes como a melhor universidade particular de Comunicação e Informação do Brasil no ranking de Melhores Universidades do Guia do Estudante. A conquista em 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016 demarca bem o território da Escola de Comunicação, Educação e Humanidades, que reúne ainda outras láureas como o melhor Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião no Brasil, com nota 6 da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior). A mesma CAPES avaliou em 2016 e 2017 com o mais alto nível de qualificação (A1) a revista de artigos científicos Estudos de Religião, também do PPG em Ciências da Religião.

Relações Públicas é outro curso que eleva o patamar acadêmico da instituição para o topo. TCCs de alunos concluintes de RP, por exemplo, conquistam anualmente os primeiros lugares no Prêmio Nacional de Projetos Experimentais de Relações Públicas promovido pela ABRP (Associação Brasileira de Relações Públicas). Nos últimos anos a Metodista venceu com os melhores TCCs nas categorias Governamental e Empresarial em 2010; nas categorias Cultural, de Responsabilidade Social e Sustentabilidade em 2012; Terceiro Setor e Setor Industrial em 2014; e Setor Público em 2015.

Outro espaço de destaque na área de Comunicação é a AGICOM, que atende empresas do mercado oferecendo campanhas publicitárias e promocionais, projetos 3D, produtos comunicacionais de imprensa, entre outros serviços. Criada há 30 anos, no início eram quatro agências separadas, sendo uma para cada curso (Rádio e TV, Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda). Porém, com as mudanças do mercado, a universidade sentiu necessidade de adaptação e em 2009 transformou a AGICOM no que é hoje: uma Agência de Comunicação Integrada. Para atuar na agência, o aluno passa por processo seletivo.

Leia mais.

Comunicar erros

Cursos tecnólogos agilizam inserção no mercado de trabalho

Entre os serviços da Escola de Gestão e Direito estão o Observatório Econômico e a Assessoria Jurídica

Com quase duas dezenas de cursos de graduação, outros 30 cursos de pós-graduação e um Programa de Mestrado, a Escola de Gestão e Direito é uma das maiores ofertantes de ensino superior na Metodista, sempre permeada de atividades que enriquecem a qualificação dos alunos. A EGD é resultado da fusão, em 2016, dos cursos da FAE (Faculdade de Economia e Administração) e da Fages (Faculdade de Gestão), que até então enfeixava as graduações tecnológicas.

Os Cursos de Tecnologia, aliás, foram um dos fatos marcantes da Metodista nos últimos 20 anos por possibilitarem obter diploma de ensino superior em menos tempo, geralmente em dois anos, contendo grande conteúdo prático e certificações intermediárias, o que facilita a inserção no mercado de trabalho, como destaca o diretor da EGD, professor Fulvio Cristofoli. A EGD também incluiu no portfólio o curso de Direito.

Implantada em 2006, a CAGE (Central de Agências e Gestão) surgiu para coordenar as atividades de estágio, promover palestras e cursos para aprimoramento profissional e fomentar parceria com organizações na busca de capacitação de inserção dos alunos no mercado. Com a junção das faculdades, em 2016 a Escola de Gestão e Direito passou essas atividades para o NDA (Núcleo de Desenvolvimento Acadêmico). Este, por sua vez, centralizou o Laboratório de Gestão, projetos de extensão, estágio supervisionado, atividades como Feiras de Negócios, eventos e visitas técnicas da EGD.

Leia mais.

Comunicar erros

Escola de Engenharias, Tecnologia e Informação sempre atenta aos avanços tecnológicos

Parcerias com empresas permitem aos alunos vivenciar o dia a dia do mercado


A área de Exatas e Tecnologia da Informação completa 25 anos de atividades neste 2017, uma resposta rápida da Universidade Metodista de São Paulo aos avanços tecnológicos que se aceleravam nos anos 1990 e exigiam já àquela época profissionais qualificados e experientes. Para fazer frente às mudanças do mercado, a então Facet (Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia) foi pioneira na UMESP, por exemplo, em utilizar salas multimídia.

Com a velocidade das novas tecnologias introduzidas no mundo corporativo, a hoje EETI (Escola de Engenharias, Tecnologia e Informação) iniciou parcerias com importantes empresas da área, como Microsoft, Oracle, IBM, D-Link, Festo, entre outras, a fim de que os alunos estivessem sempre atualizados. Outra importante frente de formação são as Semanas ETTI, introduzidas em 2004 e realizadas anualmente com profissionais do mercado reunidos em palestras, minicursos e workshops. “Muitos convidados são ex-alunos Metodista, que trazem suas experiências como colaboradores ou executivos em grandes corporações”, cita o diretor da Escola, professor Carlos Eduardo Santi.

Em 2006, foi criada a Agência de Fomento a Convênios de Aplicação Tecnológica (FOCAT), cuja missão é incentivar os alunos a desenvolver pesquisas e vivenciar situações reais por meio de contato com as empresas, trazendo-as para o dia a dia da Metodista. Por meio da FOCAT, os alunos participam de palestras com profissionais do mercado, de cursos extracurriculares e ainda têm apoio para realizar pesquisas científicas que contribuam para o desenvolvimento da profissão.

Leia mais

Comunicar erros

Arte e Cultura promovendo inclusão e valorizando as diversidades

Criado em 2005, NAC promove e articula ações de reflexão por meio da arte

A Universidade Metodista de São Paulo entende que o diálogo entre educação e cultura é fundamental para formar profissionais comprometidos em construir uma sociedade baseada nos valores da justiça, solidariedade e valorização das diversidades. Nesse sentido, criou em 2005 o Núcleo de Arte e Cultura (NAC) para articular ações que destacassem a arte como mediadora desse diálogo entre educação e cultura e como parceira no processo educacional.

“Mais do que promover eventos culturais, nossa preocupação é desenvolver ações e projetos de fomento, inserção e reflexão cultural para toda a comunidade, abrindo também possibilidades de integração com ensino e pesquisa”, define a coordenadora do NAC, Cláudia Cezar, mestre em Educação e gestora cultural.

Ao longo desses mais de 10 anos de atividades, o NAC incluiu a Metodista no circuito cultural do ABC paulista e a Metodista ganhou visibilidade como local onde a arte acontece. Na sua primeira década, de 2005 a 2015, o NAC atingiu diretamente mais de 150 mil pessoas por meio de uma agenda repleta de ações como concertos didáticos, espetáculos teatrais, intervenções artísticas, intervalos musicais, Mostra de Arte Inclusiva, Sou Show Afro, Semana de Arte na Praça, exposições, entre outras.

“As atividades têm como objetivo o respeito às diferenças e a valorização da diversidade humana e cultural”, enfatiza Cláudia.

Nessa perspectiva, o Núcleo desenvolve desde 2010 ações de inclusão da pessoa com deficiência. Por meio de produção artesanal e também do envolvimento com a linguagem teatral (Grupo de Teatro Sintonia), pessoas com deficiência intelectual foram inseridas no mundo do trabalho da Metodista, especialmente no Setor de Produtos Artesanais, onde cerca de 30 funcionários atuam na confecção de artesanatos que são disponibilizados para brindes institucionais e para venda no Espaço Metô. Esses funcionários se desenvolvem a partir de trabalho que integra arte, cultura e inclusão, criando novas possibilidade de interação social e inserção em outros setores da instituição.

Leia mais

Comunicar erros

Pesquisa é indissociável do Ensino e Extensão

São nove programas stricto sensu, uma Agência de Divulgação Científica e um Escritório de Apoio


O incentivo à pesquisa é tema conhecido e praticado dentro da Metodista desde tempos remotos. Três dos cinco Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu datam dos anos 1970: Comunicação Social e Psicologia da Saúde, iniciados em 1978, e Ciências da Religião, em 1979. Já sob o manto de universidade, o processo de capacitação acadêmico-científica de professores e alunos pesquisadores ganhou o reforço de estudos e pesquisas avançadas nas áreas de Educação em 1999 e de Administração em 2005.

Somente na última década (2007-2017), a Metodista incentivou e aprovou 1.394 dissertações de Mestrado e teses de Doutorado, com destaque para Ciências da Religião (362), Comunicação Social (339) e Educação (270). Até março deste ano, outros 323 alunos cursavam stricto sensu na instituição. São cerca de 60 docentes voltados à formação de pesquisadores.

Em agosto de 2014 foi lançado o EAP (Escritório de Apoio à Pesquisa) com a missão de auxiliar pesquisadores na preparação, submissão, acompanhamento e prestação de contas de projetos contemplados pelas diversas agências de fomento como CNPq, CAPES e em especial da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). A Fapesp, inclusive, estruturou um núcleo dentro do EAP. Em três anos até o primeiro semestre de 2017, o Escritório de Apoio à Pesquisa intermediou R$ 1,031 milhão em auxílios à pesquisa, nos quais se incluem R$ 267 mil em bolsas Fapesp vinculadas e avulsas.

Leia mais

Comunicar erros

Cátedra Gestão de Cidades busca incentivar políticas públicas integradas

Seminários da Cátedra, inclusive internacionais, sempre têm políticas públicas como temática

Provocar e instigar os cidadãos a pensarem na cidade ou região onde vivem como um espaço holístico para seu planejamento, para sua gestão e para o usufruto coletivo. Parece utopia, e é. Mas é esse ideal de trabalhar com políticas públicas integradas que move as ações, eventos, reflexões, publicações, pesquisas e trabalhos da Cátedra Celso Daniel de Gestão de Cidades, instalada em novembro de 2003 na Universidade Metodista de São Paulo. Seu objetivo principal é juntar e otimizar o conhecimento universitário e o conhecimento da sociedade regional.

“Na sessão solene de instalação tivemos a presença do então ministro das Cidades, Olívio Dutra”, lembra o coordenador, professor Luiz Silvério. O ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, morto um ano antes, foi escolhido como patrono em reconhecimento às suas atividades como pesquisador das configurações estatais, como gestor público e educador em universidade e institutos.

“Queremos contribuir para o desenvolvimento de cidades melhores para se viver por meio da produção coletiva do conhecimento, proporcionando um espaço para reflexão e ação que sustente projetos e políticas de gestão dos municípios”, descreve professor Silvério, ele próprio autor da missão da Cátedra de tomar como desafio a utopia de trabalhar com políticas públicas integradas. Exemplo de coletivismo é praticado já a partir do Comitê Executivo da Cátedra, composto por docentes de várias áreas do saber, o que garante a interdisciplinaridade e enriquece o trabalho em grupo.

Leia mais

Comunicar erros

Núcleo de Formação Cidadã estimula a reflexão e o agir social

Aulas Públicas são dadas em espaço aberto e participam alunos de todos os cursos

Aulas públicas abordam a cada semestre temas políticos e sociais da atualidade

Não basta adquirir conhecimentos técnicos para ser um bom profissional. Tão importante quanto essa perspectiva é ter percepção crítica da sociedade e identificar possibilidades de atuar de forma cidadã e social. Foi com esse princípio que a Universidade Metodista de São Paulo criou em 1999 o NFC (Núcleo de Formação Cidadã), em busca de formar profissionais que também estejam preparados para refletir e lidar com as diversidades do cotidiano da vida.

Projetos sociais, culturais e artísticos integram as atividades do NFC, assim como eventos que abrem espaço para que a cidadania se realize na prática. O coordenador do NFC, professor Oswaldo de Oliveira Santos Júnior, cita como exemplo a criação, em 2007, dos cursos de Formação Política e Cidadã para movimentos sociais, estudantes e comunidade, que ocorrem sempre no segundo semestre. Outra prática importante é a participação na "Semana pra Jesus", com presença de estudantes da universidade em projetos de ação comunitária todo início de julho. A ação ocorre desde 2.010.

Educação e arte são irmãs siamesas na Metodista, por isso desde 2012 o NFC implantou o Programa Práxis Cidadã. Ações como Capoeirando na Metô, Pé de Palavra e Teatro Comunitário são abertas à comunidade como parte dos projetos de extensão universitária e ocorrem ao longo dos dois semestres letivos. Outro exemplo é o EncontrARTE, encontro de contadores de história que já vai para seu quarto ano.

Leia mais

Comunicar erros

Internacionalização fez parte do Plano de Desenvolvimento Institucional e hoje é realidade

Metodista oferece intercâmbios em diversos formatos, o que a torna de fato uma universidade global

ARI-3.jpg

Em um mundo interconectado pelas redes de internet e influenciado pela globalização, não existe possibilidade de não se internacionalizar. Por isso, desde o início de 2007 a Metodista estruturou um setor voltado à internacionalização, a Assessoria de Relações Internacionais (ARI), ciente da importância de ligar a universidade ao mundo por meio de intercâmbios, seja para levar a excelência do ensino que oferece ou para absorver as melhores práticas pedagógicas em nível global. Em 10 anos, o número de estudantes em mobilidade internacional acadêmica (incluindo graduação da universidade e colégio) chegou a 609.

São pelo menos três frentes bastante ativas:

Semestre acadêmico - Programa em que o aluno pode passar de um a dois semestres do seu curso em uma universidade estrangeira parceira estudando disciplinas ou módulos que possam ser equivalentes ao seu curso;

Missões de Estudos para Inglaterra (Newcastle College), Portugal (Instituto Politécnico da Guarda) e Espanha (Universidad San Jorge);

Curso de Idiomas que ocorrem sempre nas férias dos alunos, em janeiro e julho: inglês em países como Inglaterra e Canadá e espanhol no Chile ou Argentina.

Leia mais.

Comunicar erros