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ONG de ex-aluno da Metodista leva água potável a áreas carentes

Organização já conseguiu dois purificadores para Moçambique, na África

29/06/2016 12h15 - última modificação 06/07/2016 20h05

Bruno Silvestre participa de ONG que já conseguiu dois purificadores para Moçambique, na África

Para a maioria de nós o acesso à água é rotineiro, basta abrir uma torneira. Mas de acordo com um levantamento global divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no ano passado, cerca de 2,4 bilhões de pessoas ainda não têm acesso a água potável.

Muitas organizações e pessoas lutam para mudar essa realidade, como Bruno Silvestre, formado no curso de Comunicação Mercadológica da Metodista. Em 2013, junto a um grupo de amigos, ele fundou a organização não-governamental Reviva. A ONG já ajudou moradores de rua, com doações de roupas e alimentos, e hoje leva água, educação, brinquedos e alimentação a áreas carentes.

“A ideia da criação da ONG era beneficiar pessoas em vulnerabilidade social e desde então amadurecemos o projeto e a Organização. Aos poucos, nosso grupo concentrou suas energias e habilidades para ajudar as pessoas”, conta.

Uma das integrantes da ONG viajou a Moçambique e identificou um problema sério: apenas 29% das pessoas têm acesso à água potável. Assim, o grupo começou a pesquisar projetos, equipamentos e maneiras de tratar a água para ajudar a população.

A ONG conseguiu a doação de dois purificadores de água movidos à energia solar, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), para o estado de Nampula, em Moçambique. Um dos equipamentos já foi instalado no ano passado e o outro será instalado ainda em 2016.

O equipamento do INPA é capaz de tratar 300 litros de água por hora, utilizando energia solar e lâmpadas ultravioleta tipo C. Além de acabar com os resíduos biológicos, a máquina possui um filtro acoplado que deixa a água transparente. A tecnologia já estava sendo utilizada pelo INPA em tribos indígenas brasileiras, mas, graças ao Reviva, este projeto brasileiro foi levado para fora do País pela primeira vez.

A ONG também quer ajudar as tribos indígenas de Mariana, em Minas Gerais, que sofreram com o desastre ambiental no ano passado. Elas foram algumas das pessoas mais atingidas pela tragédia e ainda não têm acesso a água limpa.

Agora o Reviva vai retornar à África para instalar o segundo equipamento e construirá duas escolas no campo de refugiados de Nampula. O grupo percebeu que a educação do país é precária, as poucas crianças que estudam não têm um espaço próprio para isso.

“Acreditamos que a nutrição é a base do desenvolvimento humano, então onde formos instalar essa unidade consumidora de água, queremos construir uma escola para que ali estejam alinhadas as duas coisas, o local para estudar e a nutrição”, explica.

O trabalho da ONG só é possível por meio de financiamento coletivo e patrocínio de empresas. Por isso, Silvestre e outros membros da Reviva vieram até a Metodista para gravar um vídeo de divulgação nos Estúdios de Rádio TV da Universidade. Com a campanha, a ONG espera divulgar ainda mais o trabalho e conseguir doações para financiar a viagem de voluntários que acontece em outubro.

A comunicação foi uma das maneiras que a ONG encontrou para expandir sua atuação e a formação na Metodista foi importante para isso. “Busquei trazer todo o conhecimento de sala de aula, dos eventos da Universidade e dos projetos para o trabalho da ONG. Isso me ajudou tanto no desenvolvimento da identidade, quanto nas estratégias para chegar até os patrocinadores”, relata o ex-aluno.

Acompanhe o trabalho da ONG Reviva no Facebook e no Instagram.

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