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Estudantes conhecem curso de jornalismo da Metodista durante Feira Guia do Estudante

27/08/2011

27/08/2011 21h55 - última modificação 29/08/2011 19h58

Margarete apresenta o jornal Rudge Ramos aos visitantes da feira. Foto: Pedro Cavalheiro

Mais como uma conversa do que uma palestra. Foi assim que a professora de jornalismo da Universidade Metodista Margarete Vieira Pedro definiu Aprender Jornalismo na Prática, ministrada na tarde deste sábado, 27 de agosto, no auditório da Feira Guia do Estudante 2011.

A professora contou aos cerca de 80 presentes um pouco de sua experiência profissional; tendo iniciado como repórter, hoje é editora executiva da Redação Multimídia da Universidade Metodista, apresentada por meio de um vídeo.“É a primeira experiência em prática jornalística de forma real” do País.

É lá onde os alunos produzem o jornal Rudge Ramos, que existe há 30 anos. O jornal é veiculado quinzenalmente de forma impressa na região do ABC Paulista e diariamente na forma de um webjornal abrigado no Uol, o que lhe dá uma imensa visibilidade. Segundo Margarete, os vídeos produzidos para o jornal já tiveram quase um milhão de acessos.

Na edição mais recente, especial sobre o aniversário de São Bernardo do Campo, os alunos entrevistaram diversas personalidades, dentre as quais o ex-presidente Lula. “Praticar jornalismo desde que entra na faculdade” foi uma das dicas passadas por Margarete. “Nós somos prestadores de serviço”, definiu, “trazendo informações, esclarecendo dúvidas”.

O curso de jornalismo da Metodista foi o primeiro colocado por dois anos seguidos no Guia do Estudante, onde obteve quatro estrelas na edição mais recente. Dos jornalistas brasileiros em cargo de chefia, 25% saíram da Metodista, contou Margarete.

Giovanna Mannina, 17, aluna do 3º ano do ensino médio, perguntou sobre o fim da obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão. “O trabalho é diário, com coberturas de até 15 horas, o que exige o jornalismo como vocação e o diploma como base”, pontificou a professora.

Giovanna pretende fazer jornalismo, pois se identifica, gosta “de se comunicar, de falar”, mas seu pai não quer. “Acha que não dá dinheiro”, ela conta. “Ele acha que vou me arrepender por não precisar mais de diploma.”

José Eduardo Mineu Arantes, 18, também pensa em fazer jornalismo, mas ainda está em dúvida entre este curso e Direito. “Acho que nunca tinha visto uma palestra sobre jornalismo na prática desta forma”, disse o estudante do 3º ano ao final da palestra.

O salário médio dos profissionais da área, alienação, sensacionalismo e os limites éticos também foram temas levantados pelos estudantes que, como definiu Margarete, acabaram exercendo momentaneamente a profissão; afinal, “jornalistas são seres que perguntam”.


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