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Saúde e Bem-Estar são atuais valores dentro do cenário organizacional

Necessidade de se adaptar a esta tendência tem se tornado uma iniciativa cada vez mais comum

20/11/2015 00h53

Samara Muniz: ginástica laboral e cardápio saudável para uma vida mais ativa. Foto: Arquivo pessoal

Douglas Cruz

Atualmente, Gestão de Saúde e Bem-Estar dentro das empresas tem sido considerada um investimento para as organizações preocupadas não só com a qualidade de vida de seu público, mas também com o índice de produtividade. Essas iniciativas contribuem não só para o corte de gastos futuros em despesas médicas, mas também para combater alguns males que hoje afetam a desempenho no trabalho como stress e problemas emocionais, quaisquer que sejam suas causas e origens. De acordo com pesquisas realizadas pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), os custos de saúde são reduzidos significativamente ao mesmo tempo em que os resultados com a produtividade são aprimorados.

Os estudos mostram que as despesas médicas ficam 20% mais baixas do que a média, enquanto as pessoas que relatam o bem-estar baixo ou risco com saúde, como doenças crônicas, custam 50% ou mais. Segundo Samara Muniz, estagiária de Comunicação Corporativa na indústria farmacêutica Takeda e participante ativa dos programas de Saúde e Bem Estar que são oferecidos, “além do benefício de convênio médico, nos é oferecido também atividades como ginástica laboral, academia e aulas de pilates, ginástica, alongamento e funcional, grupo de corrida, atendimento com nutricionista, frutas e cardápio balanceado que incentivam seus colaboradores a terem uma vida mais ativa e saudável e apoio psicológico para quem desejar”.

Poucas empresas têm os recursos e a experiência para que isso aconteça e está se tornando um hábito cada vez mais comum as próprias organizações informarem, até mesmo durante processos seletivos, se eles possuem alguma ação ou programa relacionado, pois isso já é visto como um diferencial estratégico.

“Esse diferencial acaba fidelizando seus funcionários e também sendo um referencial para empresas desejadas para se trabalhar, por se tratar de uma importância muito influenciada por sua cultura organizacional. Também acredito que isso ajude no desempenho do trabalho, pois acaba gerando maiores resultados”, afirma Samara.

Os melhores programas de qualidade de vida conseguem promover o bem-estar em várias frentes, nas áreas de saúde, esporte, lazer, cultura, combate ao stress do dia-a-dia e ajuda psicológica. Essas iniciativas se estendem também aos familiares dos funcionários que muitas vezes fazem o acompanhamento de doenças crônicas.

Ainda de acordo com as pesquisas feitas pela ABQV com gestores e participantes desses tipos de programas, para 70% a qualidade de vida dos profissionais é estratégica e para 68% o stress e questões emocionais são os problemas que mais afetam os profissionais, enquanto que para 27% esses programas ajudam a manter a produtividade e a reter talentos nas empresas. 

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