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Pacote preserva economia regional

01/07/09

01/07/2009 13h49

O pacote de incentivos à produção anunciado nesta segunda-feira (29/06), em Brasília, foi muito positivo para a Região. A avaliação é do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, que acompanhou a assinatura das medidas (confira relação nesta página) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Para o sindicalista, em dois meses o segmento de caminhões do ABCD sairá do “buraco” em que se encontra.

No caso dos incentivos aos caminhões, a expectativa do governo federal é que as medidas anunciadas sejam suficientes para reverter a queda da demanda externa. O governo espera incentivar a venda de 20 mil caminhões. O setor se encontra “estrangulado” no ABCD pelo impacto da crise financeira internacional.

De acordo com o diretor dos cursos de economia e ciências contábeis da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul), Francisco Rozsa Funcia, o pacote é uma sinalização segura de que governo toma as medidas que estão ao seu alcance. “Agora, cabe aos empresários garantirem os investimentos”, afirmou.

Para o economista, a desoneração fiscal e os pacotes de financiamento devem incentivar o mercado interno e garantir a recuperação dos setores que ainda não se recuperaram dos efeitos da crise. “Neste prazo, podemos avaliar como estará o cenário internacional e pensar no processo de retomada do desenvolvimento econômico sem medidas de caráter anticíclico”, apontou.

Repercussão - Após o anúncio da prorrogação da redução do IPI para veículos leves e caminhões, o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Jackson Schneider, afirmou que a indústria automobilística deverá ter o melhor ano da história no Brasil. Para Schneider, junho já deverá registrar recorde de vendas no setor.

Os descontos para os veículos novos devem durar até setembro. De acordo com a secretaria de Política Econômica do governo federal, no caso dos veículos econômicos, até mil cilindradas, a alíquota será ampliada para 1,5% em outubro, 3% em novembro, 5% em dezembro e chegará ao patamar original (7%) em janeiro do ano que vem. A retomada das alíquotas para os veículos bicombustíveis e acima de 2 mil cilindradas, a volta também será gradativa.


Fonte: ABCD Maior

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