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Grande ABC sofre com as chuvas

25/03/2010 19h58 - última modificação 25/03/2010 20h04

Desde o dia 1º de dezembro, cerca de 600 pessoas ficaram desabrigadas por causa dos deslizamentos de terra e alagamentos no Grande ABC.

Na estação mais chuvosa do ano, a região sente as consequências do descaso da população com os avisos da defesa civil sobre as áreas de riscos, a falta de “piscinões”, e a desconscientização da sociedade ao jogar lixos como areia, entulho, móveis e garrafas pet (os maiores responsáveis pelos alagamentos) nas ruas, rios e córregos.

Ocorreram deslizamentos de terra em algumas cidades, como São Bernardo do Campo. Várias outras estão em estado de alerta, como é o caso de Santo André e Diadema - município que possui o maior número de áreas de risco de deslizamentos. As enchentes também causam congestionamentos, prejudicam o comércio e geram caos nas sete cidades do Grande ABC. Por isso, várias já decretaram estado de calamidade pública

Para Carlos Eduardo Fagiolo, meteorologista formado pela Universidade de São Paulo (USP) e atualmente membro do projeto de pesquisa sobre mudanças climáticas no laboratório do Instituto de Astronomia Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, “está na época das chuvas, além disso o El Ñino aumenta ainda mais a umidade do ar que vem da Amazônia até a região Sul e Sudeste”.

Para melhorar esse cenário urbano, é preciso unir governo e comunidade, em prol da gestão das cidades, de forma que possam minimizar as consequências dos imprevisíveis fenômenos naturais.

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