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Avaliação dos polimorfismos nos genes de metabolização do álcool e acetaldeídeo em pacientes com carcinoma epidermóide de boca

Introdução

 

Observou-se que o carcinoma epidermóide da cavidade oral ocorre em sua maioria nos indivíduos de baixa condição socioeconômica, entre a quinta e sétima décadas de vida e está associado à falta de higiene oral e ao hábito de consumir tabaco e álcool (etanol).

Em relação ao consumo de álcool, o etanol é considerado o principal fator de risco para o desenvolvimento do tumor e potencializa a ação do tabaco, atuando como co-carcinogênico modificando as células da mucosa da boca e tornando-as permeáveis aos carcinógenos.

Há também a possibilidade do acetaldeido, produto de metabolismo do álcool, alterar diretamente as funções celulares, promovendo o aparecimento de doença: o álcool é metabolizado em acetaldeído pela enzima álcool desidrogenase (ADH) e o acetaldeído em acetato pela enzima aldeído desidrogenase (ALDH). Essas enzimas são altamente polimórficas e catalizam essas reações em velocidades variáveis na população, e podem alterar os riscos de cancer oral.

Objetivos


Avaliar a frequência do polimorfismo ADH1C em pacientes com carcinoma epidermóide de boca e de indivíduos sem câncer.

Casuística e métodos


Para análise do polimorfismo serão estudados pelo menos 150 pacientes portadores de carcinoma de cavidade bucal e 150 pacientes controles (sem cancer) que fazem parte do projeto temático Genoma Clínico do Carcinoma Epidermóide de Cabeça e Pescoço. O DNA foi extraído de amostras de sangue coletadas e armazenadas no banco de tumores do Hospital Heliópolis.

A analise do polimorfismo será realizada pela técnica de PCR-FRLP, e os resultados da genotipagem submetido ao teste de x2, odds ratio e intervalo de confiança de 95%, adotando-se o nível de significância de Lilliefors (p>0,05).


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