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Pró-Reitor da Metodista é eleito para Diretório Nacional do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação

Indicação se deu durante XXXI Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação

25/11/2015 20h05 - última modificação 27/11/2015 17h52

XXXI Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação, que teve início na quarta-feira, 18. Foto: Natália Morato - CCS/Capes

A Universidade Metodista de São Paulo esteve entre as quase 200 Instituições de Ensino Superior representadas no XXXI Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação (Enprop), realizado entre 18 e 20 de novembro em Goiânia.

Com o tema destaque “Relevância Social e Econômica da Pesquisa e da Pós-graduação”, o encontro discutiu diversos aspectos relacionados, como a proposta de uma Agenda Nacional de Pesquisa, a relação da Pós-Graduação com outros níveis de formação e estratégias de fomento à pesquisa, Pós-Graduação e inovação. Confira a cobertura completa da Capes.

A Metodista teve participação de destaque no evento, por meio do pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, professor Fabio Botelho Josgrilberg, que foi eleito vice-coordenador do segmento das instituições Comunitárias (que envolve confessionais e outras instituições) do novo Diretório Nacional do Foprop (Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação). “É interessante porque está na nossa missão educacional contribuir para a construção da educação e pesquisa no País. É uma oportunidade muito importante de participação da Umesp nesses debates”, afirma Josgrilberg, que explica que o Foprop é um dos atores com quem a Capes dialoga e leva em consideração em suas decisões.

Josgrilberg afirma que, em 2016, será dada prioridade para a criação de métricas para mensurar como os Programas de Pós-Graduação e Pesquisa contribuem para a Educação Básica e qual a contribuição social dos mesmos. Para isso, será organizado um grupo de trabalho na Capes. “Tem esse lado de estimular [os alunos desde cedo] para a pesquisa e também na formação de professores para atuarem na educação básica”.

O pró-reitor explica que hoje não há muita clareza de como os programas de Pós-Graduação podem contribuir. Será feito um esforço para levantar essas possibilidades por meio de debates tanto nos Programas de Pós-Graduação, quanto dentro da própria Capes. “Para algumas áreas isso é mais claro, como é o caso do Programa de Pós-Graduação em Educação da Umesp, que atua junto ao Parfor e PIBID mas, em outras áreas, há dúvidas de como se dará nossa contribuição”.

Sobre a questão do impacto social, Josgrilberg ressalta a dificuldade da mensuração: “O impacto social é mais complexo. Por exemplo: uma pesquisa pode não ter um impacto social imediato, somente depois de 10 anos que uma descoberta será incorporada pela sociedade. Por outro lado, os pesquisadores não podem ignorar a preocupação em desenvolver pesquisas com o objetivo evidente de transformação social, especialmente em um País como o Brasil”.

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