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Bolsas PIBIC e PIBITI 2016/2017 da Metodista são definidas em reunião anual

Ao todo, 34 projetos de iniciação científica participarão dos programas

21/06/2016 19h40 - última modificação 06/07/2016 20h09

Comitê definiu todas as bolsas do período de 2016 a 2017

Na última semana foi realizada a reunião anual do Comitê Externo dos Programas de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC e PIBITI da Universidade Metodista de São Paulo. O comitê e os coordenadores dos programas na Universidade definiram quais foram os 34 projetos aprovados para orientação no período de agosto de 2016 a julho de 2017. A lista de trabalhos aprovados já está disponível no Portal.

“A Universidade tem uma tríplice vocação que é: a formação, a produção de conhecimento e a prestação de serviço à comunidade. A pesquisa tem que ser disseminada e aprendida, e a iniciação científica é o primeiro passo para isso”, diz a professora Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo, docente da Universidade de São Paulo, que preside a Comissão Externa.

Por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) os alunos da Metodista são contemplados com 15 bolsas da própria Universidade e 15 oferecidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), totalizando 30 vagas, que podem ser pleiteadas por alunos de todos os cursos da Universidade.

O professor Manuel Morgado Rezende, coordenador do PIBIC na Metodista, ressalta que o programa é fundamental para o desenvolvimento dos futuros cientistas. “A iniciação científica é o programa de pesquisadores de graduação mais antigo do País, ela existe desde 1952, e é o primeiro contato com um grupo de pesquisa, que permite não só reproduzir um método científico, mas também colocá-lo em prática”, completa.

Também são oferecidas anualmente quatro vagas do PIBITI, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, para projetos de desenvolvimento tecnológico e processos de inovação, sendo duas bolsas da Metodista e duas do CNPq. 

“O PIBITI é um programa destinado à área de exatas que é muito importante, pois quando você tem desenvolvimento tecnológico, a economia do País tende a ser mais forte”, comenta o professor Claudio Rodrigo Torres, coordenador do PIBITI na Universidade. Para ele a iniciação científica deveria fazer parte da formação de todos os alunos e os projetos criados na Universidade devem ser colocados em prática para auxiliar a sociedade.

52 alunos submeteram seus projetos para apreciação do PIBIC, sendo 34 deles da Escola de Ciências Médicas e da Saúde, sete de Comunicação, Educação e Humanidades, sete de Teologia e quatro da escola de Gestão e Direito. O PIBITI é um programa mais recente, que existe desde 2013 na Metodista. Neste ano, cinco projetos foram encaminhados para apreciação, todos do curso de Engenharia de Produção.

Para Rezende o crescimento do número de projetos é muito positivo, pois ajuda a aumentar a cultura científica dentro da Universidade. Ele também destaca os benefícios da pesquisa para o desenvolvimento profissional do estudante, pois “a pesquisa melhora a qualidade do raciocínio lógico, favorece o desenvolvimento de métodos de estudo e pesquisa, e aprimora a formação do aluno”.

Os projetos foram encaminhados para o comitê em março deste ano. A Professora Leila explica que, para participar do programa, o projeto precisa estar vinculado à pesquisa do professor orientador. Os avaliadores consideram a qualidade científica do projeto, sua geração de conhecimento e potencial. Todo o processo segue as regras do CNPq, que são iguais para todas as universidades participantes do programa.

A bolsa oferecida tem um valor de R$ 400, que podem ser recebidos pelo aluno ou descontados diretamente do valor de sua mensalidade. O estudante pode estagiar enquanto participa do projeto, mas não pode trabalhar em período integral. O bolsista tem o período de um ano para desenvolver o projeto sob orientação de um docente da Metodista e deverá apresentá-lo no Seminário de Iniciação Científica, realizado no fim do ano.

Os alunos que não tiverem seu projeto aprovado no processo de bolsas, ainda poderão dar continuidade à pesquisa de maneira voluntária. Assim, contarão com a orientação de um docente durante o processo, receberão certificação e também participarão do Seminário.

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