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Academia de Polícia Militar do Barro Branco visita Escritório de Apoio à Pesquisa da Metodista

Instituição busca implantar um escritório da FAPESP e quis conhecer a experiência da Universidade

13/07/2015 15h20 - última modificação 13/07/2015 17h52

Cap. Alan Fernandes, major Menemilton de Souza Jr., Andreia Catto, Valkiria Heise, major Ricardo Peixoto e Cap. Ayrton Gati durante visita. Foto: Divulgação

Com menos de um ano de existência, o Escritório de Apoio à Pesquisa (EAP) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) da Universidade Metodista de São Paulo já serve de inspiração para outras instituições de ensino. Na última quarta-feira, 8 de julho, o Escritório recebeu uma visita-técnica de representantes da Academia de Polícia Militar do Barro Branco, que planeja implementar um escritório de apoio à pesquisa na instituição. Estiveram presentes Ricardo Vieira Peixoto, major PM; Menemilton Soares de Souza Jr., major PM; Ayrton Morelli Gatti, capitão PM; e Allan Fernandes, capitão PM, sendo recebidos por Valkiria Heise e Andreia Ferreira da Luz Catto, assistente administrativa e auxiliar de coordenação do Escritório de Apoio à Pesquisa.

A Academia de Polícia Militar do Barro Branco, responsável pela formação de oficiais da Polícia Militar de São Paulo conta com cursos de Graduação e Pós-Graduação (mestrado profissional e doutorado), e representam pesquisadores de toda a Polícia Militar. Como primeiro passo na implementação de um escritório de apoio a pesquisa, quiseram conhecer alguma instituição que já tivesse estrutura similar, e a Metodista foi a escolhida.

“A principal ideia é incentivar a pesquisa. Tudo que possa facilitar a vida do pesquisador aumenta o número de pesquisas na nossa área, a Gestão de Segurança Pública”, explica o major PM Ricardo Vieira Peixoto, chefe da divisão de ensino da Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Além de pesquisas desenvolvidas no mestrado profissional e doutorado, a Academia conta com iniciação científica na graduação.

A ideia do escritório surgiu por meio de alguns pesquisadores da Academia, que já conheciam essa forma de fomento via Fapesp e outros que também lecionam em outras instituições que já contam com projetos na Fapesp e incentivaram a Academia a buscar a implementação de um escritório.

A reunião segundo o major PM Peixoto, foi produtiva: “[gostaria de ressaltar a] Grande valia que teve essa reunião, com informações muito importantes para nós decidirmos qual caminho nós vamos seguir e a oportunidade da Metodista nos receber. Fica o meu agradecimento”.

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