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Dia dos Namorados 2016 vai movimentar R$ 64,6 milhões no Grande ABC

Valor é 26% menor do que em 2015, mas há indicadores de reação da economia, mostra PIC dos Namorados

02/06/2016 21h10 - última modificação 02/06/2016 21h10

Foto pixabay.com

O Dia dos Namorados vai seguir a tendência da conjuntura econômica enxuta neste 2016. Pesquisa da Universidade Metodista de São Paulo indica que o preço médio que os consumidores do ABC paulista estão dispostos a pagar por presente é de R$ 186 e o gasto médio do ticket (com mais de uma lembrança) sobe ligeiramente para R$ 190. Isso representa, em valores deflacionados, menos 17,15% e menos 32,64%, respectivamente, em relação a 2015. Em dinheiro, a data deve movimentar R$ 64,6 milhões, valor 26% inferior aos R$ 78,9 milhões do ano passado, descontada a inflação de 10,05% do IPCA abril 2015/2016.

Apontado como 5º maior mercado consumidor do País pela Target Market, o Grande ABC vai priorizar os vestuários (35,6%), perfumes e cosméticos (18,4%) e jantares/passeios (7,6%) quanto ao presente escolhido. Dos 790 entrevistados, a idade média foi de 27,7 anos, 56,6% eram solteiros e 29,6% casados. Entre as pessoas que serão presenteadas, 38,5% serão os namorados, 23,8% as namoradas, 18,5% os maridos e 12,2% as esposas. Isso é explicado porque, do universo entrevistado, a grande maioria (62%) era público feminino.

Homem gasta mais

As mulheres pretendem comprar presentes mais caros que os homens (R$ 187 e R$ 183, respectivamente, por presente). Mas os homens pretendem realizar gasto médio maior (R$ 229) do que as mulheres (R$ 208), o que significa que eles tendem a presentear mais que uma pessoa.

A Pesquisa de Intenção de Compras (PIC) Dia dos Namorados foi feita entre 6 e 18 de abril, quando, mesmo com ligeiras variações positivas apresentadas pontualmente pela indústria e comércio, o clima em relação à economia ainda era desfavorável. “Acredito que estamos deixando de piorar. Há um cenário de expectativa com a retomada do crescimento econômico e o mercado começa a rever para baixo a retração do PIB”, anima-se o economista Moisés Pais dos Santos, professor da Escola de Gestão e Direito da Universidade Metodista de São Paulo, que apresentou ontem a PIC realizada pelo Observatório Econômico da instituição.

No levantamento, ele aponta indicadores do IBGE para a Pesquisa Mensal do Comércio, segundo a qual duas atividades importantes subiram de fevereiro para março: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,1%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%). Na indústria, houve variações positivas em março na produção total (+1,4%), na indústria de transformação (+1,7%) e bens de capital (+2,2%).

Veja a íntegra da pesquisa.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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