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Professores são orientados sobre Distrofia Muscular Duchenne em palestra

Evento foi promovido pela Assessoria Pedagógica para Inclusão (API) nesta quarta-feira (25)

26/04/2018 18h05 - última modificação 26/04/2018 18h05

Como forma de orientar quanto a acessibilidade e o tratamento que deve ser dado a alunos com Distrofia Muscular Duchenne, a Assessoria Pedagógica para Inclusão (API) promoveu, nesta quarta-feira (25), no Auditório Capa, uma palestra sobre o tema com alunos de Fisioterapia e professores dos mais diversos cursos.

O evento integra a programação de debates com o foco em práticas inclusivas, que são promovidos pela API desde 2005. Este ano, o segundo ciclo de debates está programado para o 2º semestre de 2018.

O tema da palestra foi motivado devido a adesão de um aluno com a Distrofia Duchenne na universidade. De acordo com a coordenadora da API, Nayane Cardoso de Souza Moraes, o evento é importante sobretudo para os professores que vão lidar diariamente com este aluno.

“Nesse semestre estamos vivenciando uma situação específica que um aluno tem essa distrofia, mas em outros semestres geralmente são alunos com deficiência auditiva ou visual. Trazemos os professores 

para entenderem a situação do aluno e debatermos ferramentas para incluir este aluno, de modo que ele não só chegue na universidade, como também fique até o final”, disse Nayane.

Uma das palestrantes que participou do evento foi a responsável técnica do Núcleo de Fisioterapia da Policlínica da Universidade Metodista de São Paulo, Carolina Lucena Ferreira Bettio. Segundo Carolina, debater o empoderamento de quem tem a deficiência é tão importante quanto a acessibilidade.

“Eles precisam sair mais e estarem mais no ambiente acadêmico, assim a deficiência deixa de ser algo atípico e passa a ser típico. Porque assim todos passam a conviver com pessoas com deficiência e isso diminui muito a sensação de não saber o que fazer”, afirmou Carolina.

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