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Primeira edição exclusivamente digital da revista "Comunicação e Sociedade" é lançada

50 anos das teorias beltranianas são destaque da publicação n. 37

20/07/2015 15h55 - última modificação 20/07/2015 16h28

Por Arthur Marchetto

A revista “Comunicação e Sociedade” lançou, em maio de 2015, a primeira edição exclusivamente digital – disponível aqui.  Não mais impressa, a publicação passa a sair três vezes por ano, numa sequência quadrimestral, procurando dar mais agilidade e volume para os artigos e uma maior abrangência para o periódico, fugindo das implicações dos correios. As próximas edições estão previstas para Agosto e Dezembro de 2015.

O destaque da última edição é um ensaio escrito pelo Prof. José Marques de Melo que resgata os 50 anos das teorias folkcomunicacionais de Luiz Beltrão, inicialmente citadas no artigo “O ex-voto como veículo jornalístico”, exposto no lançamento da revista Comunicações & Problemas, em Recife.

Segundo a editora executiva da revista, Profa. Elizabeth Gonçalves, a folkcomunicação é uma temática presente na maioria das edições. “Dentro dos processos comunicacionais, o folkmidiático tem sido um atrativo para os pesquisadores”, comenta Elizabeth, principalmente pelo reconhecimento do editor da revista, o Prof. José Marques de Melo. Como ele é reconhecido nacional e internacionalmente, principalmente nessa linha de pesquisa folkcomunicacional e das teorias beltranianas, as pessoas procuram a publicação pela imagem dele.

Outra ligação entre o tema e o professor é a Cátedra UNESCO/Metodista de Comunicação Regional em que Marques é diretor e que, desde 1998, patrocina a Conferência Brasileira de Folkcomunicação (Folkcom). Nesse ano, o evento ocorreu em Cuiabá nos dias 10, 11 e 12 de Junho.

SELEÇÃO

Considerado o “calcanhar de Aquiles” das revistas, a seleção de artigos se torna cada vez mais difícil devido às pressões de publicação que os pesquisadores têm sofrido. A Profa. Elizabeth Gonçalves comenta que nesse cenário a Comunicação e Sociedade, referência no ramo, tem trabalhado num ritmo contínuo de avaliação e publicação para dar conta da demanda.

 A complexidade desse trabalho vem da necessidade de conciliar as pontas do tripé – autoria, qualidade e autoria. “É natural priorizar os artigos que tem são de doutores e seus orientandos e de pesquisadores vinculados aos programas de pós-graduação”, segundo Elizabeth. Além disso é preciso dar conta do prazo - a data de entrada e a data de saída não podem ser maiores do que um ano.

Como o sistema de envio é aberto, observar se o pesquisador tem titulação mínima adequada e se o artigo se enquadra no escopo da revista faz parte do processo de escolha garantindo a coesão e qualidade da revista. “É um trabalho gratificante, porque é a porta de entrada para os pesquisadores que nos procuram, mas é um processo trabalhoso e de muita responsabilidade”, comenta a professora Elizabeth.

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