Ir para o conteúdo.

.
Você está aqui: Página Inicial / JBCC / Notícias JBCC / Morre aos 86 anos o comunicador Juan Diaz Bordenave

Morre aos 86 anos o comunicador Juan Diaz Bordenave

23/11/2012 17h57

Por Priscilla Sampaio

Faleceu ontem (22) no Rio de Janeiro, aos 86 anos, o comunicador paraguaio Juan Diaz Bordenave. Sendo representante do Paraguai na vanguarda da Escola Latino Americana de Comunicação, Bordenave consagrou a sua carreira como um dos principais pensadores latinos da Comunicação.

Nascido na cidade de Encarnación , no Paraguai, Juan Diaz Bordenave viveu muitos anos em países andinos ou centro-americanos, como funcionário da OEA – Organização dos Estados Americano. Ao aposentar-se alternou permanências entre as cidades de Assunção e Rio de Janeiro.

Desde sua formação universitária, em instituições acadêmicas na Argentina,Wisconsin e Michigan, Bordenave fez pesquisas no Brasil, testando hipóteses da teoria da difusão de inovações. Como área de estudos, o comunicador optou pelo Nordeste e aproximou-se das experiências pedagógicas de Paulo Freire.

Em sua vida acadêmica, Bordenave atuou como conferencista do I Congresso Brasileiro de Informação Rural, realizado no campus da UNB, em 1970;  professor-visitante da Escola de Comunicações e Artes da USP, em 1972, ministrando aulas no I Curso de Especialização em Comunicação Rural, promovido em convênio com o Ministério da Agricultura

Em 1997,o comunicador cooperou com a Cátedra UNESCO de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, como docente do I Curso Internacional de Especialização em Comunicação Regional, lecionando sobre comunicação e transferência de tecnologia.   Sua mais recente intervenção pública aconteceu em maio deste ano, atuando como conferencista principal do X Congresso Latino-Amerianode Ciências da Comunicação, realizado pela ALAIC, em Montevideo (Uruguai), onde compartilhou a cátedra com outros renomados pesquisadores de comunicação, entre eles o o brasileiro José Marques de Melo, o colombiano Jesus Martin Barbero e uruguaio Roque Faraone.


Comunicar erros