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Grupo de estudos Pensacom visa formar uma base de pesquisa comunicacional brasileira

24/09/2012 15h40 - última modificação 24/09/2012 15h50

Por Mônica Miliatti

A Cátedra Unesco/Metodista em conjunto com instituições como a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolve o projeto Pensacom-Brasil (Pensamento Comunicacional Brasileiro) para identificar o pensamento comunicacional no país. Os encontros são realizados em eventos nacionais, como no Intercom 2012, realizado no início deste mês (setembro), em Fortaleza.

Por enquanto, o projeto acontece em cinco cidades, Alagoas, Bauru, Goiás, Piauí, e São Bernardo do Campo. De acordo com o pesquisador Antonio de Andrade, da Cátedra, esse estudo visa “identificar, sistematizar e disponibilizar a produção de cada um dos profissionais formados por uma Instituição de Ensino”. Os estudos dos subgrupos são supervisionados pelo prof. José Marques de Melo.

O Pensacom busca fazer uma troca de informações sobre a comunicação no Brasil, estimulando a interação de pesquisadores, professores e até mesmo alunos de todo o país.

Cada estado possui uma metodologia. No caso de São Paulo, a Universidade Metodista faz um levantamento de ex-alunos do programa de pós graduação (PósCom), mestres e doutores, entra em contato e aplica um questionário com perguntas fechadas e abertas, abrangendo desde sua atual ocupação, passando pelas pesquisas mais recentes e o seu vínculo com a Metodista.

Ao longo dos 34 anos do PósCom da Metodista, são 609 mestres e 126 doutores, que hoje atuam em diversos estados brasileiros e a´te no exterior.

O Pensacom desenvolvido pelas equipes do Piauí e Alagoas desenvolvem a pesquisa incluindo não só comunicadores como também estudiosos de outras áreas, como sociólogos e historiadores, que contribuíram para os estudos de comunicação nesses estados.

De acordo com a professora e participante do Pensacom Alagoas, Sônia Jaconi, o processo alagoano visa “formar e atualizar um banco de dados com informações históricas, mas também didático-pedagógicas para a comunidade acadêmicas e para a sociedade”.

A proposta é expandir a pesquisa para todos os Estados do país e assim formar um grande banco de dados comunicacional. Andrade acredita que esse “é um processo demorado, mas bastante importante para o estudo da Comunicação no Brasil, em especial no sentido de aproximar a comunidade acadêmica dispersa por um país tão amplo, seja territorial ou culturalmente falando”.

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