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Congresso Metodista reúne professores e alunos em torno da pesquisa

Evento é oportunidade de troca de conhecimento

26/10/2018 21h05

Foto: Nila Maria

Igor Neves

A edição de 2018 do Congresso Metodista, que aconteceu nos dias 23 e 24 de outubro, teve como tema “Integridade na Educação e na Vida” e reuniu pesquisadores que apresentaram seus trabalhos em cinco eventos: XX Congresso de Iniciação e Produção Científica, XX Seminário de Extensão da Metodista, XV Seminário PIBIC/UMESP de Pesquisa, V Seminário PIBITI/UMESP de Pesquisa e III Encontro PARFOR de Pesquisa.

O congresso contou com apresentações de trabalhos que variaram entre o papel dos bots de internet nas mídias sociais, as relações da publicidade na internet com os idosos, comunicação episcopal, música extrema e memória coletiva.

Para o professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo (PósCom/ UMESP), Herom Vargas, que coordenou duas mesas, além de apresentar seu trabalho Música, mídias e memória: experimentalismo na cena da música eletrônica, a maior importância de um congresso como esse é a divulgação científica. “É um momento de a gente conhecer e estabelecer novos diálogos, novos debates, sobretudo na comunicação. Com trabalhos desde a iniciação científica como, também, os feitos no lato sensu, no mestrado e no doutorado, além dos trabalhos dos professores, juntando esses vários níveis.”, diz.

O mestrando do PósCom, Arthur Marchetto, que apresentou seu trabalho sobre a evolução da estilística da jornalista ucraniana, Svetlana Aleksiévitch, conta que participar do congresso é uma forma de se aproximar da academia. “Foi uma experiência muito enriquecedora, não só por ouvir trabalhos e pesquisas novas, mas também por rever e estreitar laços com outros colegas meus, que são pesquisadores do programa de mestrado e doutorado, da graduação. Também foi um período de troca muito interessante na apresentação que eu fiz”.

A estudante do 6º semestre de jornalismo da Universidade Metodista, Edmara Galvão, realizou a exposição do seu projeto de iniciação científica- que analisa uma série de reportagens publicada pelo portal UOL em parceria com o site independente AzMina durante as olimpíadas de 2016- no XV Seminário PIBIC/UMESP e conta que a parte mais importante da pesquisa é dar um retorno à sociedade.

“Apresentar o trabalho foi muito bacana, eu senti como se eu estivesse encerrando uma jornada, apresentar ali, de certa forma, era apresentar que eu tinha ido a algum lugar com a minha pesquisa, que eu tinha conseguido um resultado, que eu não estava fazendo algo que não tinha importância. Eu acho necessário que a gente retorne para a sociedade o que a gente aprendeu, a pesquisa serve para isso, para aumentar o conhecimento que a sociedade tem e contribuir de forma com que as pessoas também aprendam alguma coisa com seu trabalho. O que eu mais aprendi era que a minha pesquisa tinha um valor”, conta.

Miguel Cyrino, aluno do 2º semestre de jornalismo, comenta como foi sua primeira participação em um congresso. “Eu gostei da diversidade dos temas, dinâmica das apresentações, além da troca de conhecimento entre o palestrante e os ouvintes. Temas que eu nunca pesquisaria em circunstâncias normais me interessaram na hora”.

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