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Prof. Fábio escreve para a Harvard Business sobre cinco mitos contra a inovação aberta

Artigo foi assinado com a consultora em inovação e empreendedorismo Luciana Hashiba

29/11/2019 16h15 - última modificação 12/12/2019 16h24

Desconhecimento sobre como adotar estratégias de inovação aberta está na origem da resistência à sua implantação. Com isso, muitas empresas e organizações perdem oportunidades de estarem up-to-date em novos conhecimentos. “Uma das resistências mais comuns é a falsa premissa do ´não foi inventado aqui´. O que está em jogo, por vezes, é o poder de quem detém conhecimento”, diz Fábio Josgrilberg, professor do Mestrado-Doutorado e da Incubadora Mondó da Universidade Metodista de São Paulo, que assina artigo na Harvard Business Review Brasil de novembro sobre A jornada da inovação aberta e cinco mitos a serem superados.

A matéria foi elaborada em parceria com Luciana Hashiba, consultora em educação, inovação e empreendedorismo pela WeFab, e elenca como cinco mitos:

1) Inovação aberta substitui a inovação fechada;
2) Inovação aberta é para sempre e para todas as áreas da empresa;
3) Inovação aberta é para todas as fases do processo de inovação;
4) Inovação aberta não requer especialistas dentro da empresa;
5) Inovação aberta é ter uma incubadora ou aceleradora própria de startups.

Inovação aberta é definida como uma combinação de ideias internas e externas às organizações, que aceitam pensamentos, processos e pesquisas de fora a fim de melhorar o desenvolvimento de produtos, serviços para clientes, a eficiência de sua estrutura e o valor agregado. Com isso, abrem-se a novas tecnologias em produtos e processos nem sempre disponíveis internamente em seus quadros e equipamentos.

“Pesquisas indicam que grandes empresas inovadoras contam com forte envolvimento de conhecimento externo por meio de startups, universidades, fornecedores, empresas parceiras e até concorrentes naquilo que for pré-competitivo”, aponta professor Fábio.

Um dos questionamentos para adotar inovação aberta é a preservação da propriedade industrial/intelectual, que na opinião do docente da Metodista deve ser utilizada de maneira inteligente. “Por vezes, faz mais sentido mantê-la restrita. Em outros casos, ceder a propriedade intelectual para outros parceiros pode colaborar no desenvolvimento de tecnologia e expansão de mercado. Veja os casos do Google com o sistema Android ou da Toyota com as tecnologias para motores elétricos”, exemplifica.

Para assinantes, a íntegra do artigo poder ser lida aqui.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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