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Pós-Graduação promove 1° Fórum de Discussão dos Resultados da Autoavaliação Stricto Sensu

Evento reuniu professores, alunos e funcionários para debater a internacionalização da Universidade

22/09/2016 20h55 - última modificação 26/09/2016 13h13

Pós-Graduação promove 1° Fórum de Discussão dos Resultados da Autoavaliação Stricto Sensu

O 1° Fórum de Discussão dos Resultados da Autoavaliação Stricto Sensu da Universidade Metodista de São Paulo foi realizado nesta quinta-feira (22). O evento reuniu professores, alunos e funcionários da Universidade para discutir e propor melhorias nos programas de Pós-Graduação com base na Autoavaliação realizada em 2015. O enfoque do debate foi a internacionalização da Universidade, um processo em andamento há anos na Metodista.

Fábio Botelho Josgrilberg, reitor interino da Universidade e pró-reitor da Pós-Graduação, iniciou o evento explicando que a Autoavaliação é um processo totalmente autônomo, realizado há muito tempo na instituição, que tem importância fundamental para a melhoria da Universidade, já que avalia critérios que não são considerados pela Capes.

“Espero que esse Fórum seja um processo contínuo, pois a avaliação dos alunos é muito importante. Foi por conta dela, por exemplo, que construímos o Centro de Convivência e existem muitos exemplos de mudanças que fizemos por causa da avaliação dos estudantes”, diz.

Josgrilberg também ressalta que, por conta da crise, houve uma diminuição no número de bolsas de pós-graduação, mas que esse quadro já está mudando neste ano, com o aumento da oferta do programa Ciência Sem Fronteiras e a criação do Fies para pós-graduação.

Internacionalização

Oferecer mais oportunidades de internacionalização aos alunos é uma das prioridades da Metodista. O pró-reitor destaca suas vantagens como uma maneira de permitir que os alunos tenham acesso a outras culturas e para que o nome da Universidade seja mais divulgado. Ele conta que nos esforços para expandir a atuação da Metodista, os cursos de pós agora possuem 80h de disciplinas em inglês e que alunos da Zuyd University, da Holanda, têm aulas de Português, aulas de negócios no Brasil, sustentabilidade e arte e cultura brasileira.

Além disso, a Metodista está investindo em espaços de integração e comunicação com o exterior. A sala de videoconferências, montada no edifício Delta, uma sala high tech no edifício Capa e aulas de inglês com baixo custo para funcionários, docentes e alunos são algumas das ações planejadas pela Universidade.

Os professores Jung Mo Sung, docente da Pós-Graduação em Ciências da Religião, e Sebastião Squirra, professor da Pós-Graduação em Comunicação, também conversaram com o público a respeito do tema. Para Squirra, “a internacionalização é o selo de qualidade de uma instituição e um pré-requisito para uma nota 5 na Capes”.

Ele defende que é papel dos professores do mestrado e doutorado publicar artigos e manter essa boa média de publicações, sobretudo em inglês. Squirra também comenta a necessidade de manter as bibliografias atualizadas e destaca a participação de professores de fora em bancas e eventos dentro da Universidade.

O professor Sung ressalta que, além de ter notas e conceitos altos em avaliações, a Universidade deve ser bem reconhecida por seus pares. Ele acredita que devemos pensar na internacionalização além do que já fazemos e que esse processo é bastante longo. Sung explica que é preciso utilizar o nome das instituições Metodistas no diálogo com outras universidades: “os programas têm que pensar estrategicamente nesses convênios e usar o nome das instituições quando vamos construir relacionamentos”.

Os professores e convidados que assistiram à palestra questionaram os dois a respeito do costume de escrever artigos em inglês e pelos esforços maiores dos cientistas em atuarem nos países de língua inglesa. Squirra defende que “o inglês é a língua da ciência” e que é preciso, sim, que os pesquisadores produzam no idioma para garantir maior alcance. Sung concorda e defende que “existem algumas regras, nós devemos questionar, mas também temos que seguir”.

Conquistas da Metodista

A professora de Psicologia Fátima Pighinelli Ázar, coordenadora da Comissão Própria de Avaliação, apresentou um panorama do programa de Pós da Universidade. Ela enfatizou que a Metodista tem um histórico longo com mestrados, quase 40 anos, e destacou conquistas como a participação no PROEX (Programa de Excelência Acadêmica), o acesso ao Portal de Periódicos CAPES, o Programa de Pós Doutorado PNPD/CAPES e o Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE/CAPES).

Também são diferenciais da Pós o Escritório de Apoio a Pesquisa (EAP) e o Instituo Ecumênico de Pós-Graduação (IEPG). Além disso, os programas foram bem avaliados no Índice Geral de Cursos (IGC), que é publicado a cada três anos. O último IGC foi divulgado em 2014, e o Conceito Médio do Mestrado foi 4,6 e do Doutorado de 4,7, sendo que a nota máxima é 5.

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