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Higiene e beleza: o primeiro a ser cortado na hora da crise?

Mesmo em tempos econômicos difíceis esse mercado possui crescimento rápido

28/11/2017 00h19

Para driblar a crise, mulheres procuram cursos rápidos no mercado de higiene e beleza

Dimitria Queiroz
Marjorie Camargo

A partir de 2013 os brasileiros sentiram um impacto direto no seu bolso, a alta inflação, a retração do PIB, o desemprego crescente e um cenário político instável, foram alguns dos pontos para uma das mais longas crises econômicas do país. Todos os setores do mercado foram afetados de uma forma ou de outra, e as empresas, empreendedores e autônomos tiveram que inovar em seus produtos ou serviços.

A indústria da beleza, mesmo em tempos de crise, possui um crescimento rápido. Em 2014, o setor de higiene, cosméticos e produtos de beleza em geral movimentou mais de R$ 100 bilhões, correspondente a quase 2% do PIB.

Com isso, investir em um salão de beleza ou uma loja de produtos cosméticos, por exemplo, surge como uma boa opção já que mesmo com o dinheiro curto as pessoas não abrem mão de se cuidar. Pensando nisso, existem diversos atrativos para quem se interessa no ramo, como o baixo investimento, opção de ser um profissional autônomo, horários flexíveis e até mesmo a possibilidade de abrir um negócio próprio.

Porém para obter sucesso neste segmento, é necessário se adaptar às mudanças deste mercado, a tecnologia por exemplo pode e deve ser uma grande aliada para esse profissional, bem como a divulgação em mídias sociais, interação com o público online e a adaptação com os novos aplicativos.

Para o profissional autônomo as chances de sucesso são ainda maiores, com a possibilidade em fazer free lancer em salões de beleza, atender a domicílio e ainda participar de um grupo de funcionários que atendem em qualquer lugar da sua cidade por meio de um chamado via aplicativo.

São grandes oportunidades para alavancar a profissão. Renata Queiróz, esteticista há mais de 7 anos, diz que o mercado é bom, porém instável, e o período do verão é ótimo para a venda de seus serviços, pois os clientes se dedicam mais ao bem-estar nessa época do ano.

Não adianta, é preciso se inovar e reinventar todos os conceitos de venda, o mundo muda constantemente, e os consumidores mudam junto. É inevitável que a crise abale a renda desses profissionais, porém com criatividade e muita força de vontade, o sucesso vem, afinal hoje em dia ninguém mais deixa de se cuidar.

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