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Conheça outros métodos contraceptivos

Ginecologista Roseli Marqueze explica as vantagens e benefícios do DIU

04/10/2017 22h43

O DIU é um dispositivo em forma de “T”

Larissa Gonçalves
Luiza Freitas
Foto: divulgação

No mundo cerca de 120 milhões de mulheres desejam evitar a gravidez, mas por diversas circunstancias elas e seus parceiros não usam ou procuram por métodos contraceptivos. Quando se fala em métodos contraceptivos, é comum pensarmos apenas em preservativos e pílulas hormonais, mas esses não são os únicos que podem ser adotados. Os métodos contraceptivos podem ser classificados em: naturais, hormonais, emergenciais, barreira, mecânicos e cirúrgicos. Nesta matéria abordaremos um método mecânico: o Dispositivo Intrauterino, mais conhecido como DIU.

 O DIU é um dispositivo em forma de “T” feito de plástico que contém um arame na haste vertical e nos braços horizontais, ele é colocado no interior do útero para impedir que ocorra a gravidez. Ele impede o encontro dos espermatozoides com o óvulo, pois o cobre o afeta matando-os ou diminuindo sua movimentação dentro do útero, impedindo a fecundação.

 Ao optar por este método a mulher tem duas opções de escolha, o DIU de Mirena e o de Cobre, explica a ginecologista e obstetra Roseli Marqueze do Centro Clínico de São Bernardo do Campo: “O DIU de mirena que é um endoceptivo revestido de hormônios, é indicado para quem faz tratamento de doenças ginecológicas, ele libera uma dose de hormônio, impedindo a ovulação, e tem duração de 5 anos. O outro é o DIU de cobre, ele entra no método mecânico, por não possuir hormônio, é um dispositivo revestido de cobre que tem um formato de “T”, ele diminui a movimentação dos espermatozoides no ovário e trompas, dificultando a fecundação, além de deixar o endométrio mais fino, que impede a fixação do ovulo caso ele seja fecundado, e tem duração de 5 ou 10 anos".

Roseli ainda explica que para aderir a qualquer um dos dispositivos é necessário assinar um termo de consentimento informando o implante do dispositivo, este termo deve ser registrado em cartório, além disso as pacientes devem ter entre 18 e 46 anos.

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