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A importância da representatividade nas narrativas atuais

As novas gerações exigem discursos que devem ir muito além do superficial.

27/11/2017 22h46

Ana Carolina Ferreira
Mirela Melo

Os tempos mudaram, não há como negar, as novas gerações pensam, falam e consomem diferente e os profissionais de comunicação são os que mais devem se adaptar a esse novo cenário, muito além de apenas informar e se apropriar, as empresas que abordam temas representativos de minorias devem efetivamente fazer algo para contribuir para a mudança do cenário atual.

Novos movimentos são vistos, por exemplo, entre as campanhas de comunicação. Observamos cada vez mais projetos que incluem temas como os direitos negros, LGBTQ+ e das mulheres, entre outros. As pessoas se importam e exigem que as marcas que consomem também se importem.

Lídia Thays, Diretora de Arte do MOOC (Movimento Observador Criativo), que foi idealizado por oito jovens afro brasileiros e periféricos afirma: “movimentar e influenciar as pessoas a novos olhares e diferentes pontos de vista, absorver atualidades do mercado e todo um contexto social transformando-as em material é um dos maiores diferenciais que apresentamos para trabalhos que vão além do apenas comunicar por comunicar”. O grupo já realizou campanhas para marcas como Skol, Converse, Bradesco e Nike.

Para se ir além, é necessário todo um processo de readaptação da marca, uma vez que esta abordagem, relacionada à diversidade é uma resposta às mudanças constantes da sociedade. Tocar no tema por tocar, para fazer parte da “onda” não atinge o consumidor de fato. Uma opção é o investimento em experiências, com o objetivo de se conectar com propósitos, causas e crenças e não somente com o que seus públicos consomem.

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