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Uma proposta para arrumar a bagunça nas organizações

Criado para tornar mais ágil e organizado o dia a dia nas empresas, este movimento propõe discutir a gestão das companhias e criar possíveis alternativas e melhorias no modelo atual de hierarquia

12/09/2011 17h23 - última modificação 08/08/2014 13h25

Marina Mandolini
Karoline Ometo

De acordo com especialistas, a forma de liderança dentro das companhias vem sendo alterada com o passar do tempo. Antigamente, a estrutura era totalmente hierarquizada e esse modelo perdurou até que aparecessem os primeiros problemas de governança e de qualidade, por exemplo. E foi nesse momento, que surgiu um novo conceito de gestão.

Conhecido como Stoos, – nome que faz referencia onde foi realizada a primeira reunião do grupo - ele tem o objetivo de arrumar a “bagunça” que as organizações e seus gestores fazem tentando manter métodos e estilos de gestão completamente inadequados e complexos para o mercado atual.

Abordando questões referentes à gestão e liderança, além do desenvolvimento dos funcionários, ele visa facilitar a propagação dos pontos não flexíveis das organizações. O Stoos é uma rede de pensadores, influenciadores e iniciadores de um novo pensamento organizacional, composto por uma compilação de todas as pequenas mudanças que estamos vivendo nos últimos anos, nas áreas de desenvolvimento de produtos, gestão moderna de empresas, liderança e desenvolvimento de pessoas.

Ele abarca diversos conceitos que estão sendo estudados ou experimentados no mundo corporativo, um deles é o da gestão 3.0 ou ágil, que encara as organizações como redes, e não como hierarquias, e nessas redes as pessoas e seus relacionamentos devem estar no foco da gestão, mais do que os departamentos e seus lucros. Levando sempre em consideração a sustentabilidade e bem-estar de seus funcionários.

No Brasil, algumas empresas já aderiram ao movimento, como a AdaptWorks e a Bluesoft, alegando que ter um líder por projeto, ao invés de uma hierarquia fixa, aumenta a motivação dos funcionários. Porém ainda temos uma cultura muito enraizada, dificultando assim novas mudanças.

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