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Redes sociais promovem causas sociais

Manifestações geradas a partir da internet reúnem participantes presencialmente

12/09/2011 17h23 - última modificação 08/08/2014 13h25

Wanduir Durant, editor de conteúdo da AgênciaM

Daniela Cavana e Vitória Batan

Foto: arquivo pessoal

 

As redes sociais são como ferramentas coletivas utilizadas para incentivar e mobilizar ações e protestos. Neste ano, grandes manifestações políticas foram organizadas com a ajuda desse meio na África e em outros continentes. No Brasil, isso também acontece.

O movimento anticorrupção denominado ‘Nas Ruas’ foi organizado pelas redes sociais, mas virou uma manifestação presencial no último dia 07 de setembro. Na cobertura do protesto pelos grandes veículos de mídia, o destaque maior foi dado a uma chilena, que diziam ser a líder do protesto em Brasília. Porém, outras manifestações aconteceram simultaneamente em todo país, e não tiveram tanta repercussão. 

Segundo o jornalista Wanduir Durant, essas manifestações são resultado de uma sociedade em constante mudança. “Antes tudo era seguido de padrões, de moda a comportamento ou jeito de pensar, mas agora vivemos numa sociedade horizontal, onde quem dita padrões são as próprias pessoas, que não precisam mais ter um determinado perfil imposto para se adequar socialmente”, diz. 

Durant afirma que a partir das redes sociais originou-se um território que não é um espaço geográfico, mas reúne uma série de pessoas e elementos culturais que se assemelham e que podem gerar manifestações, que assim como redes sociais, não têm um único líder nem distingue raça, religião nem nacionalidade. O que prova que a indignação também une pessoas.

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