Ferramentas Pessoais

Você está aqui: Página Inicial / RPCOM / Nosso Campus / Semestre acadêmico no exterior: saiba mais sobre essa modalidade

Semestre acadêmico no exterior: saiba mais sobre essa modalidade

Cada vez mais universitários buscam esse tipo de intercâmbio para complementar suas carreiras

19/11/2015 22h30

Jéssica Collado, aluna de Jornalismo e intercambista na Espanha. Foto: Arquivo pessoal

Caroline de Almeida
Caroline de Paiva
Kamila Sombra 

Dentre as diferentes possibilidades de intercâmbio oferecidas pela Assessoria de Relações Internacionais (ARI) da Universidade Metodista de São Paulo, uma das mais populares é o semestre acadêmico no exterior. Neste caso, existem duas alternativas: os alunos podem escolher uma faculdade parceira para ir participando de processos com ou sem bolsa de estudos.

O programa Bolsa Ibero-americanas Santander para esse tipo de intercâmbio concedeu de 2011 a 2015, uma quantia de três mil euros para os alunos selecionados. Os pré-requisitos para o programa são disponíveis em um edital, entre eles estão: adimplência, aproveitamento acadêmico, proficiência no idioma do país de destino, adequação do plano de estudos aos propósitos do programa, semestre que o aluno está cursando na Metodista, nível de maturidade e capacidade de adaptação do estudante.

Para a estudante de Jornalismo Jéssica Collado, participar do processo seletivo com bolsa foi a melhor opção. "Na verdade eu fiquei sabendo da bolsa por meio do Santander Universidades e a Metodista era uma das universidades das quais o banco oferecia o convênio, então assim que vi que as inscrições estavam abertas me candidatei no site e depois reuni todos os documentos necessários para levar na ARI: Histórico escolar, carta de apresentação, curriculum em espanhol e plano de estudos para cursar na universidade estrangeira. A partir daí torci para que me chamassem.  Um mês depois fui chamada para fazer a entrevista e passei”.

Cada vez mais, universitários têm buscado intercâmbios e experiências no exterior a fim de obter fluência em algum idioma e melhorar o currículo, pois o mercado está cada vez mais exigente. "Eu quero ser correspondente internacional e para isso necessito ser fluente no máximo de línguas que eu puder, além do quê, falar mais de um idioma, no meu caso inglês e espanhol, influencia na hora da contratação. É um diferencial muito grande",  diz Jéssica.

Comunicar erros