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Intercâmbio acadêmico: a importância que ele traz aos universitários

O Programa é organizado pela Assessoria de Relações Internacionais

08/10/2015 23h56

Marina Vourakis, estudante de Jornalismo da Metodista. Foto: Arquivo Pessoal

Paula Yoshizuka

A Universidade Metodista oferece o Programa de Mobilidade Internacional Acadêmica, onde os estudantes têm a oportunidade de estudar numa universidade fora do país, o que dias atuais se torna algo de extrema importância.

Esse programa é organizado pela Assessoria de Relações Internacionais da Universidade Metodista, e conta com as parcerias que a faculdade tem com as instituições estrangeiras. O aluno adquire uma ótima oportunidade de praticas da língua estrangeira, além do próprio valor que ele agrega na sua bagagem cultural e seu currículo acadêmico.

Para ingressar nesse programa alguns quesitos básicos são: documentos pessoais atualizados; possuir um bom histórico na faculdade; uma carta de apresentação do coordenador do seu curso; fluência no idioma do país escolhido; e o curso e a universidade escolhida precisam ter correlação com seu curso atual. As inscrições sempre são feitas com previsão de 4 a 6 meses antes, como exemplo: as inscrições que se iniciaram em outubro de 2015 são para o primeiro semestre de 2016.

Nos dias atuais é fundamental que se saiba uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês, exigência de todo intercâmbio, que oferece uma experiência única de estudar fora do seu país, e ter um contato com pessoas que não possuem a mesma cultura que a sua, além do fato de que por estar “sozinho”, longe do seu país e da sua família, faz com que o aluno ganhe mais experiência para lidar com situações como cozinhar, organizar seu dinheiro, seu orçamento, ou até mesmo se locomover para conhecer melhor o local onde está.

Para a estudante de Jornalismo Marina Vourakis Rett, que participou do programa oferecido pela Universidade Metodista, e teve oportunidade de estudar na universidade de Algarve, em Portugal, durante 5 meses e meio, “o curso de Jornalismo em Portugal se difere do oferecido pela Metodista, é ministrado de maneira diferente o que acaba abordando outros aspectos”.

Marina ainda diz que sua maior experiência foi na vivência com outras pessoas. “Mesmo você indo para um país onde fala sua língua, o inglês acaba sendo fundamental, pois na própria universidade há pessoas de diversos países, e nesse caso a comunicação é pelo idioma universal”.

Ao retornar ao Brasil, Marina conseguiu um emprego numa escola de inglês como professora por possuir essa “vivência” fora do país, e pela fluência que adquiriu no idioma. Ela disse que foi um intercâmbio inesquecível, pois cresceu como ser humano, conheceu outras culturas, viveu com pessoas diferentes e acabou aprendendo ainda mais com a solidariedade das pessoas nos outros países, que a ajudaram a se comunicar. 

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