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Formar profissionais qualificados vai além da sala de aula

Arte e cultura como incentivo ao desenvolvimento acadêmico

30/10/2015 00h05

Cláudia Cezar Coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura. Foto: Caroline de Paiva Silva

Caroline de Paiva Silva
Amanda Souza Bastos

O Núcleo de Arte e Cultura (NAC), localizado na Universidade Metodista de São Paulo, no prédio SIGMA 1º andar, comemora em 2015, dez anos de existência. A iniciativa surgiu na gestão do Prof. Dr. Davi Ferreira Barros e do Prof. Dr. Clovis Pinto de Castro, reitor e vice-reitor, respectivamente, na época.

O objetivo do NAC é integrar a comunidade interna e externa da Universidade por meio de projetos artísticos culturais de inclusão. Esse ambiente possibilita a junção da área acadêmica com o âmbito social de valorização do ser humano. Deste modo, proporciona aos alunos não só uma formação profissional de qualidade, mas também conscientiza sobre a importância do papel dos cidadãos em prol de uma organização social mais harmoniosa, a partir da troca de experiências com pessoas de todas as culturas.

Há projetos que simbolizam a ligação direta entre a Universidade e a comunidade. Em 2010 criou-se o Setor de Produtos Artesanais, com a finalidade de capacitar e inserir no mercado de trabalho pessoas com deficiência cognitiva. O setor faz parte do Núcleo e reaproveita os materiais da própria instituição para produzir objetos artesanais que são distribuídos internamente em eventos e encontram-se a venda na Loja Espaço Metô.

Outra ação de destaque é o programa da 3ª Idade na Universidade Metodista de São Paulo, iniciado em 2012, que ficou conhecido como Projeto Aquarela. A abertura do campus para que pessoas mais velhas possam frequenta-lo aproxima e estimula o respeito entre gerações, além da troca de aprendizagem.

Entre as diversas atividades que são realizadas estão: as oficinas de arte, dança, teatro, informática e canto.Para a atual Coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura, Cláudia Cezar, “a Universidade Metodista tem alguns diferenciais, um deles é acreditar que a formação não passa só pela questão técnica. Daí, a gente vê diferentes ações internas que fomenta o contato desse futuro profissional com a cultura. As pessoas que se aproximam da arte têm a possibilidade de serem mais humanizadas na sua formação. A arte rompe preconceitos, modifica os espaços e eu acho que essa é a grande importância do NAC dentro da Universidade”.

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