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Diversidade cresce na Universidade

Núcleo de inclusão demonstra evolução dos portadores de necessidades especiais

23/09/2016 23h30

Núcleo de inclusão busca integração em aulas de dança

Mariana Vaini
Yolanda Matos

Foto: arquivo

 A Universidade Metodista de São Paulo criou, em 2005, a assessoria pedagógica para inclusão de pessoas com deficiências em seus campi, com o objetivo de gerar e assegurar um espaço na sala de aula para as pessoas com necessidades especiais. A primeira iniciativa foi apenas com deficientes auditivos, e hoje a Metodista atua com todas as necessidades físicas e transtornos mentais como autismo.

Os alunos de inclusão podem iniciar o curso com inscrição no processo seletivo, e identificar as necessidades especificas a serem adaptadas. Assim que ingressam, a Universidade oferece um suporte psicopedagógico com o professor doutor Paulo Bessa, que orienta os estudos e acompanha os alunos em sua jornada.  

A aluna do 8º semestre de Psicologia, Graziely Stivaletti, que é portadora de deficiência visual, conta que as estruturas têm melhorado para se adequar as suas necessidades, mas que o dia a dia na sala de aula ainda enfrenta problemas.  

Ela conta também que a Metodista ajuda na parte de incluir o portador dentro da sala de aula, porém ainda falta melhorar a integração deles com as demais pessoas na turma, e que no começo do seu curso sofreu dificuldade e preconceito por parte dos colegas.

Desde a iniciativa, a Universidade Metodista atingiu em média 300 alunos que passaram pela instituição, tanto presencial como a distância. A assistente pedagógica para inclusão, Nayane Moraes, informa que “eles têm procurado melhorar a acessibilidade, que tem trabalhado para melhor as relações e a sensibilização da comunidade, mas que é uma ação em conjunto. Todos precisam se conscientizar, para se ter um avanço”.

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