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A participação e importância da arte e cultura na vida acadêmica

As ações estão diretamente ligadas à formação social dos universitários

30/10/2015 00h23

Apresentação “Celebrando a vida e denunciando a morte” - Sou Show Afro 2014. Foto: Arquivo NAC/Metodista

Asindayle Apangesy
Luiza Fraga

O Núcleo de Arte e Cultura da Universidade Metodista de São Paulo possui um papel muito importante desenvolvendo ações e projetos artísticos na instituição. O objetivo é fazer com que universitários e pessoas presentes diariamente no local tenham contato direto com variados tipos de informações e diversidades culturais.

Nasceu em 2005 e é responsável pela gestão de ações e projetos artístico culturais que tenha como foco a integração da comunidade interna e externa, sob a perspectiva da inclusão social e valorização da diversidade humana.  Totaliza quatorze projetos ao longo desses anos como o Sou Show Afro, que abordas questões políticas, culturais e sociais que envolvem a população afro-brasileira.

Claudia Cezar, coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura, acredita na valorização do respeito, das diferenças e da diversidade humana. Ela destaca que as atividades não são meros entretenimentos, “nossas ações têm como base um diálogo entre a cultura e a educação, e se ligam na formação do futuro profissional, por causa das ações no espaço universitário”.

Mesmo com todos os recursos e eventos disponíveis, o Núcleo de Arte e Cultura passa por um processo difícil no alcance da comunicação. Aproximadamente são 20 mil alunos no Campus Rudge Ramos, porém o retorno de participação é pouco. Como coordenadora, Claudia pontua que deveria ter uma visibilidade maior, mas infelizmente o núcleo só é notado pelas pessoas que já se interessam pela área, com isso não existe possibilidade de impactar novos alunos que pouco acessam seus e-mails.

Os meios disponíveis para a divulgação por conta de verbas são: e-mails marketing e poucas intervenções pelo campus. O problema é que muitas vezes o aluno recebe o conteúdo mas há desinteresse imediato por ser da faculdade. O espaço se rende ao método boca a boca e apoio do diretório acadêmico.

O espaço realiza uma formação que não passa só pela questão técnica, mas que interfere diretamente na vida profissional e pessoal do universitário, a partir do primeiro contato com a arte e com a cultura. Claudia defende que “a arte rompe preconceitos e humaniza os espaços, então esse contato que a universidade promove do aluno com a ação cultural é um caminho possível de transformação e formação cidadã”.

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