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Optar pela área de humanas ou de exatas?

Seu cérebro pode ter a ver com a sua escolha

06/09/2017 22h56

Sebastião Norimasa Ono, professor de física

Camila de Sousa Borgo
Juliana Tavares Prates
Foto: Arquivo pessoal

 A preferência para escolher a profissão vem sempre do lado que temos mais afinidade. Algumas pessoas escolhem a área de humanas porque não gostam de matemática, outras preferem a área de exatas porque não gostam de se comunicar, mas você já parou para pensar que a escolha tem a ver com o seu cérebro?

 Quem explica é o professor de física, especializado em neurociência, Sebastião Norimasa Ono, dizendo que “existem dois hemisférios no cérebro: o direito e o esquerdo e cada uma possui uma função específica que contribui para os nossos valores, signos e atitudes do nosso dia a dia: nele existe um corpo caloso que interliga os dois hemisférios e quanto mais grosso ele for, maior será a comunicação entre as partes do cérebro”.

 Esses estímulos podem surgir a partir de diversas conexões presentes em nosso cotidiano. Ainda segundo Ono: “a dificuldade em fazer contas de um indivíduo, dependerá de fatores internos, como por exemplo, a sua predisposição no aprendizado dessas áreas dos conhecimentos, bem como o processo de interiorização e processamento dos estímulos e fatores externos, como por exemplo, professores, materiais didáticos, incentivos da sociedade, como família, pais, amigos, etc”.

 No universo mercadológico, ser um profissional de exatas ou humanas não é um fator preponderante. O que o mercado procura hoje são indivíduos equilibrados nas diversas áreas do conhecimento. Cada empresa possui um foco de mercado e, em função disso, ele dará mais importância para determinadas áreas. O professor Ono explica que: “nos tempos atuais, aqui no Brasil, ainda a área de exatas está valorizada, mas outras áreas, como a de humanas, tem aumentado muito a sua importância no mercado de trabalho”.

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