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Nem sempre manter as estratégias usuais é um bom negócio

O ambiente institucional e o paradoxo das mudanças estruturais

28/09/2017 01h08

Lisandre Dauber – coordenadora de comunicação e relações com a comunidade

Julia Cristina
Stela Ferber
Foto: Stela Ferber

 O comportamento organizacional é diretamente influenciado por fatores internos e externos, sendo positivos ou negativos, dependendo do ambiente em questão.

Com bons líderes e uma boa infraestrutura física e motivacional, os colaboradores desenvolvem melhor suas funções e se sentem parte da empresa como um todo.

Porém esta realidade não é comum a todas as organizações. Em algumas companhias os líderes não são adeptos a novas ideias e possuem um pensamento restrito, principalmente aqueles que integram a empresa há muitos anos.

Ao permanecer em um ambiente por muito tempo, os líderes podem se restringir a processos e ações já ultrapassados, devido ao medo de arriscar ou acomodação por saber que as ações já realizadas trazem os resultados esperados.

            “Muitas vezes vivi uma situação onde foi preciso iniciar uma ação muito menor do que realmente era necessário para mostrar na prática que poderíamos ter bons resultados e assim ganhar a confiança de alta direção e o apoio para desenvolver ações maiores", afirma Lisandre de Assis Dauber, coordenadora de comunicação e relações com a comunidade da Unipar Indupa do Brasil S.A. 

            O fato é que, para muitas pessoas, um momento de mudança pode ter como sinônimo o termo ameaça, pois aceitar as inseguranças e compreender as dificuldades reais dos envolvidos, nem sempre é um processo fácil, mas necessário para a transformação de uma empresa.

            O gestor de uma organização precisa conhecer a mudança que será implantada e acreditar no resultado que ela trará.  Para isso, é necessário ter um plano estruturado para promover as mudanças, seguindo a sequência certa das coisas e planejando os próximos acontecimentos.

             “O importante é o profissional de comunicação estar atento e fazer um trabalho de convencimento do board da empresa, através de dados concretos e exemplos de casos de sucessos”, aponta Lisandre.

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