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Indústria de cosmético vê oportunidade de crescer

A crise afeta o comércio, mas a área de beleza segue em desenvolvimento

28/10/2016 23h30 - última modificação 28/10/2016 23h29

Suzie Vaini é recompensada pelo seu trabalho na Mary Kay

Ana Carolina Teixeira
Mariana Vaini
Foto: Andreza Cavalcante, da Mary Kay  

 A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos tem observado que o segmento vem procurando se adaptar ao atual cenário econômico do país.

Em um cenário de desequilíbrio financeiro, os brasileiros optam por cortar atividades de lazer ao invés de gastos com a beleza, segundo estudo realizado pelo SPC Brasil. A população não para de investir em produtos, apenas procura uma maneira de torná-los mais acessíveis.

Suzie Vaini, Diretora Executiva da Mary Kay há 4 anos, afirma: “Meu mercado não tem crise. É fato que as pessoas nunca estão satisfeitas, sempre querem ficar mais bonitas, buscando aumentar suas autoestimas. Isso tem feito com que o segmento de beleza cresça cada vez mais, proporcionando um ótimo retorno aos funcionários da área; mas é claro que temos que procurar ser criativas, trazendo novidades e diferenciais para as nossas clientes”.

O desemprego gerado pela crise fez com que as pessoas começassem a investir ainda mais nelas mesmas. Sendo essencial para a busca de novas oportunidades, além de que muitas delas acabam investindo no ramo por satisfação própria e pelo retorno alto que o segmento continua proporcionando.

O mercado de cosmético já deixou de ser considerado um nicho de luxo pela economia e passou a ser visto como algo essencial na vida dos brasileiros de todos os gêneros, idades e classes sociais.

 

 

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