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Viajar é também se autoconhecer

O desafio de se descobrir em viagens independentes

01/11/2017 22h15 - última modificação 01/11/2017 22h43

Paula Venancio, agente de viagens na Teatur

Joice Cristina Costa
Luma Jardim
Foto: arquivo pessoal

 Quando se trata de desbravar novos horizontes, viajar é a palavra que vem à cabeça de todos aqueles que aspiram explorar o desconhecido. Viajar tem suas magias e encantos, ajuda a situar as pessoas em determinados lugares e proporciona, por meio das descobertas, o auxílio para desenvolver a independência e superar barreiras construídas pelo medo e a insegurança.

 As culturas são muito diversas ao redor do mundo e descobrir estes novos cenários pode se tornar uma tarefa ainda mais desafiadora quando a opção é a de viajar sozinho. A escolha de ir desacompanhado em uma viagem pode até assustar inicialmente, mas as histórias e depoimentos de quem decidiu viajar individualmente pode surpreender de forma positiva e encorajar novos viajantes.

 Para Paula Venancio, agente de viagens na Teatur, que fez a sua primeira viagem independente aos 21 anos, esse ato é sinônimo “de liberdade, satisfação e de autoconhecimento. O mundo é muito grande para apenas ouvirmos as histórias de quem foi explorá-lo”. Ou seja, viajar vai muito além do que embarcar em um avião ou navegar a mar aberto, é vivenciar possibilidades, construir memórias e adquirir experiências.

 As vantagens em viajar sozinho também permeiam o campo da possibilidade de conhecer lugares e definir roteiros que deseja sem interferências externas. "Quando você está sozinha não precisa se preocupar com as necessidades de outra pessoa além de você. Além disso, acaba tendo que enfrentar situações que se tivesse com outra pessoa, talvez não as fizesse”, destaca Paula.

 É importante ressaltar que sozinho ou acompanhado, o planejamento é fundamental para chegar ao seu destino e embarcar em uma viagem memorável. Dessa forma, fazer pesquisas sobre a cultura local, conversar com pessoas que já foram para destinos similares ou até mesmo criar um checklist de lugares para visitar e de itens para levar na bagagem, são alternativas para evitar transtornos e aproveitar ao máximo a exploração de novas culturas e as descobertas do autoconhecimento.

 

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