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Crescimento do mercado pet é tendência no ano de 2016

Apesar da crise econômica, o comércio não se abala e registra aumento de vendas

12/12/2016 18h13

Elias Oliveira, proprietário da escola de cães, junto a um Rottweiler.

Giovana Marques
Giovanna Feltrin

O mercado pet foi um dos poucos que se manteve equilibrado em meio à crise econômica brasileira. Uma das maiores paixões do ser humano e considerado o melhor amigo do homem, os bichinhos possuem grande custo. Banho, tosa, roupinhas e rações são alguns deles, e mesmo com a grande queda econômica no Brasil, estes gastos não foram cortados pelos donos dos animais de estimação.

De acordo com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) o aumento no faturamento do setor foi de R$ 16,7 bilhões em 2014 – com o crescimento de 80% no primeiro trimestre deste ano – chegando à cerca de R$ 18 bilhões em 2016. Esta alta, além de causar um desenvolvimento efetivo maior do que um simples efeito da inflação, demonstra que o mercado segue relativamente estável durante a crise.

Com este fato comprovado, o empreendedorismo também falou mais alto. Muitos empreendedores decidiram investir no mundo pet, fazendo uma boa escolha, pois mesmo com este cenário econômico conturbado, a Cozy Gatos – empresa especializada em confecção de móveis para felinos – indica que o crescimento é previsto por no mínimo 10% nas vendas entre o segundo semestre de 2016 e início de 2017.

Segundo Elias Oliveira, dono de um hotel e escola de treinamento para cães há 40 anos, o planejamento e conhecimento do mercado é o que fazem a diferença. “Muitas pessoas acabam entrando nesse meio por gostar de animais e querer trabalhar com eles, o que é bom, mas só isso não adianta. É importante saber como inovar constantemente para se manter em destaque e saber quais são as demandas do público. Hoje mais do que nunca os donos têm uma exigência altíssima em relação aos cuidados com os seus pets e por isso, só se conquista espaço nesse mercado quem trabalha com qualidade”, afirma.

O Brasil atualmente fica atrás apenas dos Estados Unidos e Reino Unido, conquistando o terceiro lugar com o maior mercado de faturamento do mundo no setor pet, segundo a Abinpet. Esta dimensão pode ser justificada de acordo com o aumento das famílias brasileiras, que em sua maioria possuem adoração por animais de estimação, principalmente as crianças e idosos.

 

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