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Como o modelo de redes muda uma grande empresa

Votorantim S.A trouxe uma sinergia maior entre suas áreas com a nova gestão

24/09/2016 01h15 - última modificação 24/09/2016 01h13

Barbara Pereira, Analista de Comunicação Interna da Votorantim

Allan Rodrigues
Swany Falcão
Foto: Swany Falcão

Há algum tempo as companhias tem percebido que sua maneira de gestão limita seus funcionários no exercício de suas funções. Com isso, o modelo de gestão em redes tem ganho espaço nas grandes empresas internacionais e há pouco tempo chegou ao Brasil.

É um modelo multidisciplinar de gestão cuja ideia principal é retirar o comando de um colaborador e delegar para um grupo de pessoas, fornecendo um aspecto onde não são os cargos que “mandam” e sim a sua autonomia ou responsabilidade dentro de uma área específica.

Seguindo essa proposta, desde abril, a Votorantim S.A. tem usado esse modelo de gestão no RH da empresa. Ao estabelecer esse tipo de modelo, gera uma maior colaboração dos funcionários facilitando na criação de novos projetos, por ter pessoas com diferentes expertises trabalhando em conjunto e trazendo um novo olhar para os projetos.  

 “O formato entrou como um desafio quando teve uma reunião entre a gente (recursos humanos) que ficou na equipe e todo mundo topou esse desafio. No começo houve esse momento de transição pois estavam todos separados em “caixinhas”, então durante uns três meses o trabalho foi árduo para fazer essa transição para o formato de redes. Hoje já estamos mais adaptados”, explicou a Analista de Comunicação Interna da Votorantim, Barbara Pereira, área que trabalha em conjunto ao RH da empresa.

As redes são separadas por líderes que não tem o papel de estabelecer regras, mas sim de serem mediadores de um determinado projeto. Os outros integrantes do grupo de trabalho são chamados de Keynets, termo usado pelas empresas que trabalham com esse modelo de gestão para funcionários que tem autonomia igual dos facilitadores.  

Com isso, desde que o modelo entrou na empresa, o RH tem recebido feedbacks positivos das outras áreas e por ser um modelo recente aplicado na Votorantim, ainda pode sofrer mudanças e adaptações com o tempo, assim como tudo aquilo que é inovador.

 

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