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Professor Carrilho adverte no DGABC sobre abuso de candidatos nas redes sociais

Docente da Metodista diz que estratégia pode ser invasiva e aborrecer eleitor

16/08/2016 17h25 - última modificação 16/08/2016 17h27

Com regras mais restritivas para divulgação de projetos políticos, candidatos estão abusando do uso da internet com fotos e vídeos gravados ou em tempo real e conteúdo de pouca qualidade. Essa superexposição pode aborrecer o eleitor em vez de interessá-lo, causando efeito contrário do pretendido.

“Tem que usar as redes sociais de forma muito estratégica e natural. É necessário divulgar as propostas a partir da rede de amigos. Senão, vai ter um efeito negativo, como os telemarketings, que acabam invadindo o espaço do consumidor (quando impõem uma propaganda)”, defende o professor do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Metodista Kleber Carrilho, especialista em marketing político e eleitoral, em entrevista ao Diário do Grande ABC sobre o início da campanha eleitoral.

Com a minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional em 2015, o tempo de propaganda política foi reduzido de 90 para 45 dias e várias ações estão proibidas, como cavaletes, bonecos, faixas, placas e pinturas em muros. Outra alteração significativa é a proibição de doação de empresas aos candidatos. Só estão autorizados donativos de pessoas físicas.

Veja a matéria completa.

 

 

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