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Mensagem persuasiva é fundamental para conversão do consumidor digital

Palestrante mostra que copywriting é argumento de venda para converter, não para curtir ou comentar

05/11/2018 19h31

Victo Palandi no Metô XP: copywriting é argumento de venda para converter, não para curtir ou comentar

O mundo digital elevou às alturas a necessidade de a linguagem publicitária ser cada vez mais direta e mexer com emoções, transformando produto em desejo. Se antes a propaganda em mídia impressa buscava basicamente a venda, agora as múltiplas plataformas em tempo real permitem alcançar número ilimitado de público por meio de conversão, captura de leads e fechamento de resultados.

“Copywriting é marketing direto: o argumento de venda é para converter, não é para curtir ou comentar”, resume Victor Palandi, considerado um dos melhores copywriters brasileiros, que falou na série de eventos Metodista Experience – Metô XP na noite de 1º de novembro último. Ele citou a Polishop como um dos maiores exemplos de uso de técnicas persuasivas focadas em resultados de vendas.

“Como o hotmail tornou-se fenômeno mundial? Colocando no rodapé ‘O Hotmail te ama. Crie aqui sua conta grátis’. O serviço chegou a somar 12 milhões de usuários quando a internet não passava de 30 milhões”, citou como outro exemplo de como o marketing digital possibilita cada vez mais horizontes para mensuração de resultados, daí a importância de se elaborar também a boa comunicação. “Hoje a ênfase tem sido mais em imagens e vídeos, e pouco na mensagem. O roteiro de um vídeo é tão importante quanto o título, que deve ser chamativo”, orientou.

Victor Palandi mostrou que a principal porta para se chegar ao consumidor é estudar sua parte emocional, saber quem é e o que pensa antes de dormir. “Mais importante do que o perfil demográfico e a localização do público, é conhecer o que mais o incomoda, o que mais anseia em sonhos. É preciso trabalhar as emoções para atingir o inconsciente desse público”, definiu, citando episódio em que a mensagem “Custa R$ 10” acrescida de “Custa APENAS R$ 10” aumentou em 13% a conversão para o cliente.

Atenção, interesse, desejo e ação

Como num texto jornalístico, na linguagem comercial também valem títulos e legendas impactantes para a foto ou imagem. Há pesquisa sobre a reação de pessoas a partir do headline da matéria. Na Dinamarca, levantamento mostrou que a mensagem “Compre ingressos” colocada no plural “Comprem ingressos” converteu mais porque causou mais persuasão, ou seja, a comunicação foi mais assertiva.

Uma estrutura recomendada de copywriting é chamada de AIDA: capta a Atenção, Interesse e Desejo para levar a uma Ação. “Fazemos com que o público percorra esse funil dentro da comunicação para levá-lo à compra, a uma ligação, pedir uma proposta ou orçamento, seja qual for o objetivo da conversão”, disse, diferenciando a linguagem digital comercial como sendo mais objetiva e curta – às vezes até agressiva porque tem que levar a um convencimento. O objetivo é frio, e não poético ou informativo como no jornalismo. “O jornalista tem que ser imparcial e contextualizar a informação. Na publicidade não; é parcial porque o objetivo é converter”.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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