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Atleta paralímpico, aluno de PP é vice-campeão mundial de tênis de mesa

Israel Stroh acaba de competir na Eslovênia e se prepara para as Olimpíadas de Tóquio de 2020

21/05/2019 17h55 - última modificação 05/06/2019 18h27

Israel Stroh acaba de competir na Eslovênia e se prepara para as Olimpíadas de Tóquio de 2020 (Foto Arquivo Pessoal)

Primeiro medalhista de prata na história do tênis de mesa brasileiro, conquista que obteve nas Olimpíadas-Paralímpiadas Rio2016, Israel Pereira Stroh acaba de voltar do Aberto da Eslovênia como vice-campeão. Formado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo e agora cursando o 1º semestre de Publicidade e Propaganda também na Umesp, Israel é amante e praticante de tênis de mesa desde os 14 anos. Agora com 32 anos, seu foco está em Tóquio 2020.

“Em 2012 fiz minha estreia internacional e ganhei dois bronzes no Aberto da França. No ano seguinte entrei na Seleção Brasileira, onde estou até hoje”, conta ele, orgulhoso pela história de superação da paralisia cerebral congênita que o faz arrastar levemente o pé.

Formado em Jornalismo em 2009, Israel reúne experiências de bons empregos e estágios, com passagens pelo diário Lance!, por duas afiliadas da Globo, pela Editora Abril, Portal Terra e Federação Paulista de Futebol, entre outros. No Lance! foi setorista do Santos, campeão da Libertadores naquele ano.

“Quando sai, em 2011, pesquisei sobre o tênis de mesa paralímpico e percebi que os melhores do mundo não eram muito melhores do que eu jogava antes de entrar na faculdade. Como estávamos nos aproximando do ciclo para as Olimpíadas no Brasil, em 2016, decidi que iria voltar ao esporte que pratico desde os 14 anos. Sempre fui muito dedicado e competia nas categorias convencionais, sendo um atleta de nível intermediário nesse meio. Com a faculdade e os trabalhos nas redações, o esporte havia ficado em segundo plano”, conta o aluno de PP.

Entre os 10 melhores

Israel conseguiu bons patrocínios desde então e trabalha com dedicação para Tóquio 2020 sonhando com a medalha de ouro. Grande passo ele acredita ter dado no Aberto da Eslovênia, do qual retornou na segunda semana de maio e considerado o maior evento da história do tênis de mesa paralímpico.

“Teve recorde de inscritos, os melhores do mundo presentes e eu fui vice-campeão. Perdi a final do mesmo britânico Will Bayley que me venceu na final da Rio2016, mas superei o espanhol Jordi Morales, atual campeão mundial, e o chinês Yan Shuo, primeiro do ranking mundial. Disputei o torneio em 9º do mundo e na última atualização fiquei em 7º”, exulta o aluno da Metodista, sobre o ranking divulgado no começo de junho pela ITTF (Federação Internacional de Tênis de Mesa).

A classificação para Tóquio inclui os 10 primeiros do mundo na atualização de março do ano que vem, os campeões continentais e mais alguns convidados. Para Israel Stroh, pelo regulamento da disputa por posições e a vantagem de pontos aberta, sua classificação está muito bem encaminhada. “Inclusive abri mão de disputar os Jogos Panamericanos, que é caminho direto para Tóquio, pois corro risco de perder pontos, o que poderia provocar algum risco de classificação”, calculou meticulosamente o atleta.

Ele concilia a dura agenda de treinamentos com o curso de Publicidade e Propaganda porque quer seguir carreira em PP após encerrar a jornada no esporte.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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