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Estudante de Psicologia participa da 1ª edição dos Jogos Paralímpicos Universitários

Letícia de Oliveira Freitas vai representar a Metodista em competição nacional

05/12/2016 18h12

Letícia de Oliveira Freitas exibe as medalhas que conquistou na última edição dos Jogos Abertos

Entre os dias 8 e 10 de dezembro deste ano acontecerá em São Paulo a 1ª edição dos Jogos Paralímpicos Universitários e Letícia de Oliveira Freitas, de 22 anos, aluna da Universidade Metodista de São Paulo competirá na categoria S13 de Natação, em que competem nadadores com deficiência visual. “Estou animada, essa vai ser a última competição do ano, para encerrar o ciclo de 2016, e vai ser legal representar a Metodista nos jogos”, conta a estudante do 6° semestre de Psicologia.

A competição acontecerá no Centro Paralímpico Brasileiro, onde está realizando seus treinamentos: “é a melhor piscina adaptada que temos hoje. Estou feliz porque existem os Jogos Universitários convencionais, mas nunca tive oportunidade de participar. Agora vou poder competir com pessoas da mesma categoria”. Cinco modalidades entram na competição deste ano: atletismo, natação, bocha, judô e tênis de mesa.

Competindo desde 2006, Letícia é uma atleta experiente e já participou de grandes competições como os Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, Open da Dinamarca, Holanda e Berlim, Parapan-Pacífico na Califórnia e Sub 21 na Colômbia, onde conquistou cinco medalhas. A nadadora também ficou a apenas 15 centésimos de entrar para as Paralímpiadas do Rio de Janeiro, realizadas em setembro deste ano.

letícia_piscinaAinda criança, descobriu que tem Retinose Pigmentar, uma doença que causa a degeneração da retina e sua trajetória esportiva se iniciou em um projeto da Prefeitura. “Conheci pessoas com deficiência que já eram graduadas e estavam representando o Brasil fora do país, foi uma inspiração. Ali percebi que a deficiência não era um limite para mim”, declara.

Essa inspiração se tornou determinação e Letícia realiza treinos de segunda a sábado e se dedica aos estudos. “O esporte hoje é a minha vida porque quando você se propõe a praticar esporte de alto rendimento, tem que adotar um estilo de vida diferenciado. Não é só o treino, tem descanso, alimentação, tudo. É uma coisa que se escolhe o tempo inteiro”, explica, mas diz que recebe apoio dos dois lados. “Converso com o técnico para a gente conseguir equilibrar tudo e a coordenação do curso também, quando eu tenho viagens eles são bem compreensivos”.

Faltando apenas dois anos para se formar, a universitária vê no curso escolhido uma possibilidade para ajudar as pessoas e conciliar os aprendizados com o esporte: “esporte não é só treinamento físico, o treinamento psicológico também é importante. Ainda mais em uma competição grande como Olimpíadas, numa final são oito atletas, todos ali são bem treinados, mas o diferencial é a cabeça, é o psicológico”.

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