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Mestranda de Psicologia da Metodista falou à revista Crescer, da Editora Globo

Ana Paula Magosso Cavaggioni conversou com a publicação sobre o uso da voz de bebê

21/12/2016 12h42

Psicóloga da Metodista comentou a linguagem infantil utilizada pelos pais (Foto: Thinkstock)

Todas as pessoas tendem a fazer uma voz diferente quando conversam ou brincam com bebês, pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, identificaram que existem benefícios nesse tipo de fala com crianças.

Eles descobriram que os bebês absorvem informações de maneira mais eficiente quando suas ondas cerebrais estão em sincronia com as da mãe, o que é mais aprofundado quando as mães se comunicam com canções infantis ou imitam a maneira do bebê falar.

Ana Paula Magosso Cavaggioni, mestranda de Psicologia da Universidade Metodista de São Paulo deu uma entrevista para a revista Crescer, da Editora Globo, a respeito do assunto.

Ela disse à revista que: “o bebê responde à voz melodiosa, se atrai por ela, e estabelece interações e trocas a partir daí, o que vai influenciar todo o seu desenvolvimento posterior. O tom de voz convoca o bebê a interagir e é nessa interação que acontece o aprendizado".

Leia a reportagem completa.

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