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Mestrado e Doutorado abrem frente também para autores, convida docente do PósCOM

Professor Dimas Künsch realizou workshop sobre Projetos de Pesquisa e falou dos programas da Metodista

08/11/2018 17h25 - última modificação 08/11/2018 18h05

Prof. Dimas Künsch realizou workshop sobre Projetos de Pesquisa e falou dos programas da Metodista

O Mestrado e Doutorado não emancipam uma carreira apenas no lado acadêmico, para quem pensa em ensinar. O leque se abre também aos que gostam de pesquisa ou querem enveredar pela vida de autor – e neste último caso poucos têm colocado suas energias.

“O pesquisador brasileiro teme ser autor em comunicação. Gostamos muito de ler obras estrangeiras, o que é bom, mas tenho insistido na necessidade de nos firmarmos como autores. Isso permite uma voz importante para a área, apesar de já termos várias obras nacionais” afirma o filósofo e jornalista Dimas Künsch, considerado uma das mais experientes personalidades em pesquisa em comunicação no Brasil, com vivência em orientação de cerca de 60 teses e dissertações de stricto sensu.

Docente no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo (PósCOM), professor Dimas é um apologista da produção de conhecimento por meio de livros. “Acho bacana quando o aluno se empolga com a ideia de produzir textos para tentar entender o mundo. Três ou quatro meses atrás, tínhamos uma ideia de comunicação eleitoral. Passado o processo de outubro, vemos que precisamos aprender muito ainda”, disse o professor, que conduziu na noite de 7 de novembro workshop sobre Projetos de Pesquisa, detalhando em especial o processo seletivo aberto pelo PósCOM para 2019.

Como explicou, a comunicação é um campo muito dinâmico, mais que outros segmentos, em função da velocidade das mudanças tecnológicas. “Temos que reaprender todos os dias. Por isso os temas da prova escrita do PósCOM são bem atuais: fake news e comunicação digital”, apontou.

Teoria vs prática

Professor Dimas, que também é teólogo, afirmou que a investigação científica em comunicação aparenta ser mais teórica do que aplicada (como ocorre na medicina) porque lida com as ciências sociais. Mas nenhuma se sobrepõe à outra, a seu ver. “A pesquisa é teórica ou prática em qualquer ramo do conhecimento. Como pertencem ao campo das ciências sociais, estudos sobre comunicação parecem mais teóricos. Mas quando falamos em comunicação, não falamos só de processos, e sim de criação e de produtos também. Por exemplo, tentar compreender o fenômeno das redes sociais, integrar-se a esse mundo e se orientar dentro dele. Todas as pesquisas são importantes, porque o ser humano é teórico e prático em qualquer lugar”, destacou.

Professor Dimas künsch explicou o passo a passo de um projeto de pesquisa, desde a escolha do tema dentro das linhas fixadas pela instituição, passando pelas hipóteses, objetivos e metodologias utilizadas. Para ter um projeto aprovado, o candidato deve realizar uma prova escrita, ter proficiência em uma língua para Mestrado e em duas para Doutorado, além de se submeter a uma entrevista de seleção.

Na Metodista, são três linhas de pesquisa em aberto: 1. Comunicação Midiática, Processos e Práticas Socioculturais; 2. Comunicação Institucional e Mercadológica; 3. Comunicação Comunitária, Territórios de Cidadania e Desenvolvimento Social. Confira o edital para oito vagas de Mestrado e quatro de Doutorado.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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