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Estadão mostra carreira de ex-alunos Metodista que passaram pelo Instituto Braudel

Caderno Aliás fala da inclusão escolar impulsionada pelo programa Círculos de Leitura

11/01/2016 18h30 - última modificação 12/01/2016 13h05

Foto O Estado de São Paulo

Keila, William e Jacqueline têm mais do que a origem humilde em comum. São ex-alunos da Universidade Metodista de São Paulo que se projetaram profissionalmente porque chegaram ao ensino superior movidos pelo Círculos de Leitura. Trata-se de um programa do Instituto Fernand Braudel que incentiva jovens de escolas públicas de São Paulo e do Ceará, sobretudo moradores de periferia, a tomar gosto pela leitura e a abrir o horizonte de conhecimentos.

A história dos três egressos da Metodista e de outros jovens foi relatada no caderno Aliás do jornal O Estado de São Paulo na edição deste domingo, 10 de janeiro.

A matéria conta passagens de Keila Cândido, filha de costureira e caminhoneiro, que decidiu fazer Jornalismo inspirada no jornalista Norman Gall, diretor do Instituto Braudel. Keila prestou em 2008 na Metodista. Com a nota no ENEM ganhou 100% de bolsa do Pro-Uni. Fez intercâmbio na Nova Zelândia, estagiou em redações como Época e Veja e trabalhou na IstoÉDinheiro. Estudou mandarim e em 2014 conseguiu outro intercâmbio em Pequim, na China. “Depois que entrei no Círculos, fui abrindo a mente e pensei que seria possível entrar em uma universidade”, diz Keila.

Iniciado em 2000, o Círculos de Leitura já formou uma geração de jovens adultos que se projetaram na carreira e ocupam lugares de destaque em grandes empresas. O Instituto Fernand Braudel atende hoje 544 participantes em São Paulo e mais de 7 mil no Ceará.

Outro exemplo de egresso Metodista é Jacqueline Carvalho, 25 anos, hoje trabalhando com auditoria externa na Ernest & Young. Com mãe manicure e pai mecânico, ela cuidava da casa e do irmão. Dentro do Círculo conheceu o programa Academia de Ciência e, com indicação do Instituto Braudel, conseguiu vaga no curso de Economia da Metodista em uma cota para negros. “Mesmo pagando metade da mensalidade, foi um período difícil”, diz Jaqueline, que passou por empresas como Pirelli e Bloomberg.

William Veras é também  ex-aluno Metodista, onde cursou Administração, que impulsionou a vida profissional pelo Círculos de Leitura, onde entrou com 15 anos. Hoje aos 24 anos, William é responsável pelo pós-venda de vans da Mercedes Benz. Ganhou bolsa do Instituto Goethe e chegou a estudar na Alemanha.

Veja a íntegra da matéria: ‘A sublime linguagem te ensinaram’

 

 

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