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Trote não é legal para Metodista e nem para alunos

13/02/2012 15h23 Contraste | A A+ A++

Dia 13 de fevereiro, uma segunda feira comum para quem já começou as aulas ou já está acostumado com a rotina da vida universitária, porém para centenas de alunos é o primeiro dia de aula e com isso conhecer um novo mundo e também participar do trote.  

Bicho como são chamados os ingressos à Universidade, neste dia ficam a mercê dos veteranos que os pintam, jogam farinha, katchup e para os meninos ainda tem o famoso corte. Além disso, que até ai parece ser divertido, porém ainda fazem os calouros pedirem dinheiro no farol para financiarem as bebidas alcoólicas.  

 

“O trote é um rito de passagem, porém dependendo de como ele é realizado, quem o sofre pode ser exposto ao ridículo e constrangimento”, afirmou a professora de Psicologia, Angélica Capelari.  É por incentivar a ridicularizar os colegas e também a bebida que a Universidade Metodista é contra o trote e faz campanhas para isso – a Trote Não É Legal e também a do Trote Solidário.

A Campanha Trote Não É Legal foi lançada no segundo semestre de 2009 por meio de uma iniciativa da Instituição no sentindo de promover a boa acolhida aos alunos, estimulando a prática em receber bem os calouros e orientar os estudantes que os trotes são passiveis de detenção, segundo o Código Penal. 

“Ela é uma proposta que envolve o corpo docente e administrativo na conscientização junto aos veteranos e calouros que enfatiza que a prática do trote desrespeita a cidadania”, afirma a pró-reitora de graduação, professora Vera Stivaletti.

Todos os alunos da Universidade: calouros e veteranos recebem as informações da Campanha por e-mail, pelo Portal da Universidade, propagandas nos espaços da Instituição e nas redes sociais da Instituição.

A Campanha Trote Solidário começou também na mesma época. Esta visa chamar  mesma os alunos, sejam eles calouros ou veteranos para fazerem uma doação seja de alimentos, roupas, livros, nos últimos dois anos a mobilização foi para doação de sangue. “A Metodista rejeita de forma veemente o trote. Por isso o nosso incentivo ao trote solidário, para acolher de um jeito diferente, com alegria e respeito aqueles que estão chegando”, destacou a importância da campanha o diretor de Comunicação e Marketing Paulo Roberto Salles Garcia. 

As doações são feitas nos hemocentros  públicos próximos a Instituição e também os da região do ABC.

Mas não é só a Instituição que é contra o trote vexatório. A Atlética de Comunicação é um exemplo disso. “A atlética não participa em hipótese alguma de qualquer forma de trote. Foi passado isso para os novos membros sob aviso de que, caso algum atleticano seja visto dando trote e o ato for comprovado posteriormente, o mesmo é prontamente afastado das atividades da entidade”, afirmou o presidente da Atlética, Marcelo Farinello.  

Segundo o membro da Atlética, Luiz Gustavo, a Metodista podia fazer como outras instituições, organizar eventos como festas e shows, pois é disso que os universitários gostam e assim inibiria o trote.

A Atlética de Comunicação diferentemente do que pensam tem o objetivo de recrutar novos atletas para os jogos universitários e inclusive se põe a disposição para ajudar a Metodista caso ela deseja investir em alguma ação anti-trote, como já fez quando colaborou com a Campanha do Trote Solidário.

A novidade para este ano é que polos de Educação a Distancia também  organizem as campanhas de doação de sangue.

 
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