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Regente dentro e fora da sala de aula

10/02/2012

10/02/2012 18h17

O professor da Faculdade de Administração e Economia da Metodista, Miguel Maiorino possui duas atividades que tem algo em comum. Na sala de aula, “rege” os alunos na disciplina de Psicologia e fora dela, rege um coral. A música é uma das maneiras que ele expressa valores e conhecimento.

A história do professor com a música começou bem antes da docência. “Sempre gostei, desde criança, de tirar sons musicais de qualquer tipo de instrumento que me caía nas mãos. Comecei a estudar acordeom, mas foi na música coral que me encontrei. Apaixonei-me pelo canto coral de minha igreja. Entrei no coral com quinze anos, aos dezenove, tornei-me regente e daí as coisas foram acontecendo”.

Além de cantar, o professor Miguel toca flauta transversal, flauta doce, violão e teve iniciação no piano. A paixão musical ganhou mais corpo quando investiu na área, estudando no Colégio de Música da FAAP, onde praticou a regência. “Cheguei a reger profissionalmente por alguns anos”, conta o docente e músico.

O envolvimento e contato com a música, principalmente a regência, afinaram o gênero musical de preferência. “Gosto de música feita e interpretada por gente talentosa. Letras com poesia e músicas que não repitam padrões populares e comerciais. Obviamente, aprecio muito música erudita”.

As apresentações musicais acrescentaram muitas experiências para Miguel. “O que me traz as melhores lembranças é ter participado do Coral que a Metodista manteve durante cerca de 15 anos. Com ele, além de fazer grandes amizades, viajei pela América Latina, Europa, conheci grupos corais maravilhosos, ganhei concursos, o mais especial, o Mapa Cultural Paulista, organizado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo”, recorda o docente.

Mas muito mais que grandes realizações pessoais ou profissionais, a música representa um valor de vida para o professor. “Creio que se eu não fizesse música enlouqueceria. Ela me equilibra, me faz sentir em contato com Deus, com o que há de mais sublime na existência. A música desenvolve a sensibilidade artística no ser humano. É algo indescritível”.

São valores e sensações como estas que Miguel Maiorino gostaria que as pessoas pudessem absorver ao ouvir música. “Na ânsia de se vender coisas, os meios de comunicação se utilizam da música fácil, repetitiva, que não é feita com talento e seriedade. Gostaria que as pessoas tomassem conhecimento da existência de música de qualidade. Tenho certeza de que muitas crianças se apaixonariam por um instrumento, se simplesmente o ouvissem ser tocado”.

 

Marcello Ferreira

 
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