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Universidade Metodista faz parceria com o Projeto Rondon

28/03/2011

28/03/2011 14h27

Presidente do Projeto Rondon assina carta de intenções da UMESP

A Universidade Metodista de São Paulo agora é parceira do Projeto Rondon nos âmbitos nacional, regional e internacional, por meio de uma carta de intenções assinada na última quarta-feira, 23 de março, pela pró-reitora de graduação Vera Lucia Stivaletti e pelo presidente do Projeto Rondon, professor Sérgio Pasquali.

A visita do presidente e do coordenador do Projeto Rondon às instalações da Universidade se deu por conta da participação pela primeira vez da Metodista no trabalho regional que está sendo realizado na cidade de Vargem pela Faculdade da Saúde em parceria com a Faculdade de Medicina do ABC.

A visita começou no edifício Lambda, com a apresentação das instalações do curso de Odontologia, e seguiu para a Policlínica, onde os visitantes conheceram seu funcionamento. “Seria fundamental que toda Universidade tivesse esse pensamento de abranger a comunidade que entorna”, afirmou Pasquali.  O termino se deu no prédio da reitoria com a assinatura da Carta de Intenções.

Na Metodista o presidente encontrou vários professores que participaram do projeto Rondon na década de 80. Como é o caso da professora e coordenadora da avaliação institucional Fátima Ázar, que participou do projeto em 1981, ficando dois meses no Campus Avançado Humaitá. “É uma experiência que eu nunca esqueço. Foi incrível. Quando a minha filha entrou na universidade falei que ela tinha de participar do Projeto Rondon, pois é uma coisa que marca para sempre”, acredita Fátima.

PROJETO RONDON

O projeto teve inicio em 1967 com a chamada Operação Zero.  Em que alunos universitários eram levados para conhecer cidades carentes sem luz, água tratada, e hospitais. Este intercâmbio social tinha a colaboração do exército nacional.

“A ideia do projeto veio de um trabalho que os alunos na escola militar tiveram de fazer, chamava-se ‘Um Militar e a Sociedade Brasileira’. Porém os professores que foram chamados para criticar o nosso trabalho  acabaram falando que nós éramos brasileiros realmente, pois devido a nossa profissão sabíamos do que o Brasil precisava e que esta vivência teria de ser feita pelos alunos universitários”, explicou o presidente.

Depois da primeira viagem, que teve como destino a Estrada Madeira Mamoré, o projeto teve continuidade até 1987, quando o ex-presidente Sarney  assinou um ato que tirou legitimidade do Projeto.

A volta aconteceu em 2005, durante o governo Lula. O projeto é administrado pelo Ministério da Defesa e passa a ter várias vertentes: em âmbito nacional, regido por um edital com duração de 20 dias na cidade carente; de modo regional, em que cada universidade trabalha em seu Estado de origem e por meio do novo formato internacional, com parceria entre o Itamaraty e os países da América Latina.

O próximo passo do projeto é montar um diretório no qual as universidade e faculdades terão cadeiras cativas, para que o trabalho não fique preso na mão do Estado Federativo.  “O Projeto Rondon é da Universidade e não de um determinado governo”, concluiu o professor e coordenador do projeto, Antonio Bongiovanni. 


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