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Escola de Esportes promove jogo solidário

31/05/2006 18h01 - última modificação 31/05/2006 18h26

Agberto:" A nossa principal meta é formar um cidadão"

A Escola de Esportes, da Metodista, realizará no dia 24 de junho, um jogo solidário entre as meninas do Centro de Convivência Marcelo Roberto Dias, do Batistini (bairro de São Bernardo) e as meninas da Metodista.

Na ocasião, cada uma das meninas do Centro de Convivência do Batistini será presenteada pelas meninas da Metodista com um par de tênis. O jogo acontecerá no ginásio poliesportivo da Universidade Metodista de São Paulo (Campus Rudge Ramos), das 9 às 11h30. O Programa Social Escola de Esportes existe há 13 anos, oferecendo noções de disciplina, espírito de equipe e auto-estima , por meio do handebol . Hoje, o programa atende cerca de 792 crianças, em 11 núcleos.

No último dia 27, coordenadores do programa e representantes da Metodista, estiveram na Associação Metodista de Ação Social - AMAS - Jabaquara, com o objetivo de integrar as famílias das crianças ao programa. A palavra foi aberta e as mães falaram sobre os benefícios do esporte na vida de seus filhos.

Rogério Toto, coordenador da Escola de Esportes destacou a importância desta ação da Metodista, que alcança o núcleo familiar por meio das crianças. “Este programa antes de ser esportivo é educacional”, ressaltou. Para Maria José, coordenadora da AMAS, “o esporte desenvolve a capacidade de raciocínio e agilidade com aspectos próprios do esporte como o arremesso e um repasse de bola, por exemplo”.

“O handebol é um instrumento que faz com que as crianças fiquem mais sociáveis, ensina limites e disciplina”, explicou Agberto Matos, jogador e professor de handebol, da Metodista.

Segundo ele, crianças que tinham problemas de relacionamento hoje são muito mais cooperativas. “A nossa principal meta não é formar um atleta, mas um cidadão. Direcioná-los para uma vida com valores, ensinar direitos e deveres, a respeitar as pessoas, enfim, formar o caráter das crianças é muito gratificante para nós, da Metodista”, ressaltou.

Joselice da Cruz, mãe de Lucas, 8, e Dandara, 11, trabalha o dia inteiro e tem total confiança nas atividades que a AMAS oferece, incluindo a Escola de Esportes. “ O comportamento dos meus filhos mudou para melhor. Eles não perdem uma aula de handebol”.

Terezinha Araújo, mãe de Juliana, 8, revela que hoje sua filha está muito mais tranqüila. Para Marcos José de Souza, a Escola de Esportes desenvolveu a noção de limites do seu filho menor Mateus. “ Ele aprendeu por meio do handebol, o que é autoridade, respeito e disciplina”, contou satisfeito.

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