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Alunos de Marketing projetam de foodtruck vegetariano a rede social para músicos

03/06/2015 20h35

Uma plataforma para aproximar casas noturnas de músicos que estão longe do jetset artístico, um aplicativo que promete descomplicar a relação online escola-aluno, um cardápio só para vegetarianos seguindo a onda do foodtruck e até xampu para auxiliar na queda de cabelos de quem fez redução de estômago.

Não faltou criatividade aos trabalhos de conclusão do curso de Tecnologia em Marketing da Universidade Metodista, apresentados dia 29 de maio último. A proposta do período final da graduação foi para que os alunos elaborassem negócios para um produto (bem ou serviço) ou uma solução para um problema organizacional com base no modelo Canvas.

A apresentação foi em estilo Pitch Pat, ou seja, cada grupo dispôs de 3 minutos para apresentar o plano de negócios, que deveria atender cinco critérios: inovação, criatividade, proposta de valor, viabilidade e escalabilidade (capacidade de aumentar o faturamento sem elevar proporcionalmente os custos). Pesou também a apresentação em si: tempo, argumentação, recursos técnicos e postura dos expositores.
“Trabalhamos ao longo do semestre as bases conceituais para elaboração, discussão, construção, produto mínimo viável, prototipação, pivotagem (redirecionamento) e reciclagem do modelo”, explica a professora Angelita Mattos.

Foram 11 grupos no total, que se submeteram à banca formada pelos profissionais de comunicação Cadú Capella, Isaac Ramiris Zetune e Maycon Tuneli, da Agência INSANE de São Caetano, além dos professores da Metodista Paulo Sampaio (Facet) e Rafael Palamar Puls (Comunicação). Além da professora Angelita, participaram da dinâmica os professores Patricia Somensari, Karin Muller e Ednei Monteiro.

Soluções em 9 blocos

Canvas é definido como ferramenta pela qual uma organização cria, entrega e captura valor, seja econômico, social, ambiental ou qualquer outro. O modelo ajuda a descrever, desenhar, desafiar, inventar e reavaliar o modelo de negócio. É composto por 9 blocos divididos em dois lados. Do direito ficam: segmentos de clientes, proposta de valor, canais de distribuição, relacionamento com clientes e fontes de receita do negócio. No lado esquerdo é explicitado o que é preciso para que o lado direito aconteça, descrevendo: as principais atividades, recursos-chave, parcerias e a estrutura de custos.

Veja como foram os projetos elaborados:

1 – MUB (Mecanismo Universitário de Busca) - plataforma de busca de universidades por recém-formados no Ensino Médio e concluintes de cursinhos, onde é possível encontrar e comparar cursos e instituições por nota do MEC. É também um canal pelo qual a universidade pode interagir diretamente com o candidato. Calcula-se que 30% dos jovens de 18 a 24 anos no Brasil frequentam o ensino superior. Ana Paula Machado e Gisele Oliveira.

2 – Aprovaí - ferramenta digital que faz a ponte direta entre criação e cliente, facilitando a aprovação ou reprovação de trabalhos por meio da visualização virtual. O alvo são principalmente agências de comunicação, designers e freelancers cujos trabalhos em escala podem dispensar provas físicas. Larissa Meduri, Acácia Andrade, Vera Cardoso e Paulo Lima.   

3 – Room Service -- aplicativo que conecta o cliente diretamente aos serviços de hotéis e motéis (cardápio, recepção, pedidos, monitoramento de tempo de estadia, checkin e checkout). O objetivo é eliminar sobretudo o “ruído” de comunicação no atendimento a turistas, que só em São Paulo representaram 15 milhões em 2014. Ivanildo Brito, Fernando Sales e Henrique Detoni.

4 – Studio Nova Idade - academia focada na terceira idade, com serviços referenciados em ioga, musculação orientada, dança, pilates etc. O negócio quer pegar carona num público que já representa 10% da população no Brasil e que chega a movimentar mais de R$ 240 bilhões ao ano no mundo. Bruna Cunha, Felipe Banhara e Caroliny Mendes.   

5 – QualiVida - aplicativo com consultoria online de nutricionista e preparador físico para atividades voltadas ao bem-estar físico e mental. A ideia é repassar orientações personalizadas sobre exercícios, medidas, dieta e acompanhamento com ficha técnica. Fábio Zonzini e Gabriela Mesquita.   

6 – TocaAqui - rede social que aproxima cantores e músicos de casas noturnas e espaços de entretenimento com vagas disponíveis para artistas. Cada parte coloca seu perfil: o músico com fotos, website, URL de vídeo, contatos, regiões que toca; e os estabelecimentos fotos do local, endereço, contato e tipo de trabalho. O objetivo é modernizar essa relação, hoje dependente apenas de indicações pessoais e envio de CD demonstrativo. Gustavo Tezotto e Jefferson Reis.

7—Estudantes Online - portal universitário em plataforma mobile para compartilhar materiais de estudos, consultar dados da escola, faltas, notas, boletos de mensalidade e até rede social de grupos de alunos para chats. A ferramenta tem mão dupla, ou seja, pode ser usada tanto por professores quanto por alunos. Felipe De Lucca e Victor Ferreira.

8 – Dermocap -  xampu antiqueda para pós-cirurgia bariátrica (redução de estômago), público no qual há perda de cabelos em 70% dos casos. O foco, além de saúde por meio de tratamento dermatológico, é também cosmético, um mercado que cresce até 15% ao ano no Brasil. A ideia é trabalhar com o produto em farmácias, clínicas de estética e PDVs com consultoras. Andreia Brito e Sara Lima.

9 – Protetor Automobilístico - dispositivo de plástico injetado para ser colocado na boca do combustível de veículos e proteger contra respingos ou vazamento nos momentos de abastecimento em postos. O material é flexível, permitindo que se abra junto vom a abertura da tampa do tanque. Devido ao baixo valor, calculado em R$ 1,50 a peça, o plano de negócio prevê colocá-lo junto a postos, revendedores de automóveis e lava-rápido para ser oferecido como brinde. Flávio Prata.

10 – SunCooler – um transformador de energia solar em energia elétrica capaz de refrigerar bebidas e alimentos por até 12 horas, idealizado para os frequentadores de praias ou locais de festas. Também pode ser utilizado para transportar medicamentos e órgãos de transplantes (no lugar das bolsas térmicas) e locais afastados onde não há energia elétrica. Bruno Beserra e Mayara Limas

11 – Foodtruck vegetariano– o objetivo é aproveitar a onda de alimentação fora de casa e explorar o nicho de comida oferecida agora em caminhões. O diferencial seria o chamado cardápio saudável: tapiocas, sucos detox, vitaminas, lanches naturais e porções vegetarianas. O público alvo é quem tem uma rotina corrida de trabalho-faculdade-academia. Marcelo Xavier, Renan Malvezi e Thania Cardoso.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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