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Formação múltipla abre frentes de carreira na gestão pública, afirma especialista

Professora Anny Medeiros expôs os cenários profissionais em aula magna do 2º semestre

21/08/2018 20h10 - última modificação 22/08/2018 15h54

Professora Anny Medeiros expôs os cenários profissionais em aula magna do 2º semestre

A formação multidisciplinar que permite agregar vários campos de visão abre grande janela de possibilidades na carreira pública. Trabalhar diretamente no governo, na verdade, é só uma dessas possibilidades, já que os maiores caminhos para a profissão estão se desenhando em organizações sociais do 3º setor e na prestação de serviços para o poder público na forma de consultorias, assessoria e desenvolvimento de projetos.

“O administrador público tem uma matriz de competências que o administrador de empresas não possui porque está focado na gestão do seu negócio, do seu dia a dia. O gestor público tem um olhar mais amplo, de Direito, de Economia e de outros contextos sociais que fazem muita diferença para quem trabalha com políticas públicas”, destacou a pesquisadora do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (GVCeapg) e professora universitária Anny Medeiros, que abriu o calendário deste 2º semestre do curso de Gestão Pública EAD da Universidade Metodista de São Paulo ao abordar na aula magna o tema "O Campo de Públicas: Construção e Perspectivas".

Anny Medeiros falou do crescimento e da valorização do profissional de gestão pública, que também encontra portas abertas em outras áreas como a academia, que ela abraçou, e na articulação política. A política, aliás, é fator implícito na gestão pública, como destacou.

Mais interação e empregos

A abertura de oportunidades e espaços se dá porque o setor público interage com a quase totalidade da população e dos setores econômicos. Os empregos no Brasil vinculados ao setor público nas três esferas de governo (1º setor) saíram de 10% da PEA (População Economicamente Ativa) em 2005 para 12,5% em 2017, conforme dados do IBGE. Isso sem contar brasileiros e empresas que trabalham para o setor público, como fornecedores, consultores e prestadores de serviços.

Professora Anny Medeiros mostrou que o crescimento e a profissionalização da burocracia pública também fez crescer o número de escolas especializadas de 110 para 155 entre 2011 e 2015, enquanto os cursos subiram de 129 para 223 no período.

“O que nos dá um olhar de estabilidade nessa área é que desde 2014 há legislação que fornece as diretrizes gerais dessa formação (resolução 1 de 13 de janeiro de 2014) e em 2016 a CAPES inclui o termo ‘administração pública’ na avaliação de formações em Administração Pública e de Empresas e Ciências Contábeis. Ou seja, a área foi reconhecida como área de conhecimento e ganhou também cenários para pesquisas e artigos científicos”, discorreu.

Acompanhe a íntegra da aula magna do 2º semestre:

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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