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Programa Outplacement atende profissionais em busca de colocação no mercado de trabalho

Alunos de Gestão de Recursos Humanos oferecem atendimento e orientação para profissionais com ou sem experiência

16/09/2016 18h25 - última modificação 16/09/2016 20h50

Programa Outplacement atende profissionais em busca de colocação no mercado de trabalho

Todo profissional enfrenta dificuldades para se posicionar ou reposicionar no mercado de trabalho. Traçar objetivos, elaborar um bom currículo e se portar bem nas entrevistas são apenas alguns dos desafios, mas com a ajuda de profissionais especializados, isso pode ser mais fácil do que se imagina.

O Outplacement, projeto de extensão da Universidade Metodista de São Paulo, visa a oferecer ajuda aos profissionais que buscam novas oportunidades de trabalho. Sejam eles alunos do ensino médio ou da universidade, pessoas que nunca trabalharam ou profissionais experientes. Desenvolvido pelo curso Gestão de Recursos Humanos, o Outplacement existe há um ano e meio, oferecendo serviços como desenvolvimento de currículo, criação de perfil no LinkedIn e projeção nas redes, orientação de vestuário e maneira de agir em entrevistas e PDI (Plano de Desenvolvimento Individual).

“O projeto tem começo, meio e fim. Atendemos o que é básico, como currículo, LinkedIn e treinamento de postura para seleção. Se a pessoa quiser fazer o PDI, tem que retornar porque é um pouco mais demorado”, explica Andrea Duarte de Souza Leite, coordenadora do curso de Gestão de Recursos Humanos.

Os coordenadores escolheram fazer atendimentos concisos, pois como trabalham com muitas pessoas desempregadas, compreendem a necessidade da economia de dinheiro. “Identificamos que as pessoas que nos procuravam não podiam ficar gastando dinheiro com a condução. Então nós condensamos a orientação em um encontro, o mais enxuto possível. Estamos estudando, ainda, oferecer atendimento online”, conta.

O atendimento, por sua vez, é realizado pelos alunos do curso. Atualmente, 20 estudantes de Recursos Humanos atuam como consultores e quatro professores oferecem suporte, para lidar com situações que fogem do habitual. Uma vivência fundamental para a formação dos alunos da Universidade.

“Essa experiência é a prática de mercado, então quando a gente coloca essa condição, para o aluno é de uma riqueza fundamental. Isso muda, inclusive, a postura dele dentro da sala de aula, porque quando está lidando com uma pessoa externa, não pode correr o risco de brincar de atendimento. Ele é um profissional naquele momento, então está vestindo uma postura profissional”, diz.

Aprender ensinando

Os alunos concordam com a professora. Licelma Santos Palomaro, aluna do 4° Semestre de Gestão de Recursos Humanos, participa do Outplacement há um ano e conta que esse “está sendo um período essencial para minha formação e para minha carreira. Tive apoio das professoras, o que me fez compreender coisas que talvez não compreendesse por não ter experiência. O projeto trouxe para mim muitos ensinamentos práticos uma interação de extrema importância para minha formação”.

A prática, aplicada nos atendimentos, complementa o que os alunos aprendem em sala de aula. Licelma já trabalha na área de RH e acredita que a troca de experiências proporcionada pelo programa é muito boa. “Gosto bastante de ser voluntária, adoro ajudar as pessoas, compartilhar o que eu aprendi e, principalmente, saber que o que eu aprendi tem resultado. Isso é muito gratificante”, relata.

A repercussão está sendo grande, tanto que o projeto já foi apresentado no XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação e no XXI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste. No primeiro evento, as professoras apresentaram o artigo “Como as Mídias Digitais Sociais podem ser um diferencial para a formação dos Profissionais de Recursos Humanos: A vivência de estudantes num projeto extensionista” e, no segundo, “A importância da Comunicação no Projeto de Extensão Outplacement”.

Somente no mês de agosto, 67 pessoas foram atendidas pelos alunos, 78% delas do gênero feminino, e 49% com idades entre 18 e 24 anos, uma das faixas etárias com maior índice de desocupação, segundo levantamentos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Muitos alunos da Universidade recebem atendimento, tanto na busca por estágios, quanto empregos efetivos.

Adriana Hernandes, aluna do 10° Semestre de Engenharia Ambiental e Sanitária, participou de uma ação conjunta que ofereceu treinamento aos alunos de Engenharia que estão prestes a se formar. “Aprendi a elaborar melhor um currículo, pois tive noções de inclusão de informações que não considerava necessárias. Gostei das informações sobre como me portar em uma entrevista. Até então, acreditava que sempre deveria me vestir de forma social, mas dependendo do ambiente de trabalho é possível utilizar uma vestimenta mais informal”, conta.

“Como aluna, eu vejo que o projeto tem de fato o intuito de promover profissionais melhores, que pensem mais nas pessoas. E é justamente por isso que a nossa função é ajudar os beneficiários no autoconhecimento e desenvolvimento profissional, sendo eles alunos ou não alunos, pessoas que realmente querem se recolocar no mercado de trabalho e não sabem bem ao certo por onde começar”, declara Cristiane Macedo Alves, aluna do 4° Semestre de Gestão de Recursos Humanos.

Desde que iniciou o curso, Cristiane ouve falar a respeito do Outplacement, mas passou a fazer parte do programa no primeiro semestre deste ano. Ela enfatiza que “o atendimento não dá emprego” ao beneficiário, mas o auxilia a analisar seus erros e melhorar questões que talvez tenham sido tratadas com menos importância. “Muitas pessoas que escolheram este curso ainda não atuam na área de Recursos Humanos e o Outplacement tem sido uma ferramenta eficiente e de grande importância para agregar experiência, já que a maioria das vagas disponíveis no mercado exigem experiência até mesmo para estágio”, completa.

Aluno do 10° Semestre de Engenharia Ambiental e Sanitária, Phillipe Cesar Couto dos Santos, participou do mutirão de atendimentos e conta que gostou bastante da experiência e considera que foi produtiva para sua carreira. Atualmente Santos é estagiário da Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo do Campo. “Acredito que esse atendimento vai me ajudar, pois o currículo e a entrevista são as portas de entrada em um boa empresa”, diz.

O Outplacement é fixo e recebe inscrições até o fim deste ano, para se inscrever, basta clicar aqui.

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