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Vida Comunitária fortalece cuidado entre alunas e esposas de seminaristas

15/05/2015 18h23

 

O encontro reuniu 18 mulheres, com direito a ministração de louvor, dinâmica para conhecimento e oração, emoção, edificação e descontração. Foi uma tarde de fortalecimento e cuidado mútuo. Esse foi o balanço do encontro de mulheres que reuniu esposas de seminaristas e estudantes de teologia para momentos de oração, comunhão e partilha, no centro de convivência da Fateo, na quinta-feira dia 30 de abril.

 

 

O Rev. Adilson destacou a maturidade espiritual do grupo. “Focado na compreensão do chamado pastoral, na dimensão de que a família vivencia esse chamado. O desafio é criar e renovar os vínculos através dos grupos de discipulado, expressando os cuidados que recebemos de Deus na nossa convivência”.

 

 

Foi louvável o trabalho das irmãs Mariana e Luciana que estiveram à frente, enviando convites, fazendo decoração do ambiente, preparando a mesa com a contribuição de cada integrante, dirigindo louvor e dinâmicas de oração. Já está programado um novo encontro como este para o início do próximo semestre.

 

 

O reverendo lembrou ainda que já existe um grupo de mulheres que se reúne às segundas feiras (19h) na Vila Esperança, na casa da estudante Cecília, do 2º ano. As jovens solteiras também estão sendo acompanhadas pela pastora Danielle Frederico, e os homens se reúnem às quintas feiras, às 18h com ele no espaço do Cenáculo.

 

Longe de casa

Para estudantes e principalmente esposas de estudantes que vêm de comunidades distantes de São Bernardo, o maior desafio tem sido a separação de amigos e família. É o caso de Karina, esposa do aluno Vicenço, do primeiro ano. Recém-casada e vinda do Rio Grande do Sul, ela aprovou a iniciativa do encontro. “A gente que mora fora se sente muito isolada por não conhecer ninguém. Foi muito gratificante ter esse momento. A gente riu, conversou e teve momento com Deus, junto com todo mundo”.

 

 

Vinda da 4ª Região, da cidade de Cataguazes, em Minas, Valquíria esposa do aluno Gladston, trabalha na cantina, o que a faz se sentir mais integrada à comunidade, mesmo morando fora. Ela relatou: “A gente sente falta mesmo é da família. A cantina faz a gente ter mais contato com outros alunos e alunas, mas eu adorei esse encontro, tem que ter mais vezes”.

 

 

Texto: Roselane Rosa
Foto: Depto. Eventos 

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