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Veja como foi o Encontro Nacional de Capacitação para Mulheres da Igreja Metodista

22/06/2012 12h55 - última modificação 22/06/2012 12h54

Encontro Nacional de Capacitação para Mulheres da Igreja Metodista

“As Famílias nos Caminhos da Missão”

“A sua posteridade será conhecida entre as nações, os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor”. (Isaías 61.9)

15 a 17 de Junho de 2012 - Promoção do Centro Otília Chaves, com apoio da  Confederação de Mulheres Metodistas

Oportunidade de diálogo e partilha, o encontro deste ano reuniu cerca de 120 participantes, de todas as partes do país, para refletir sobre a família.

A programação, extensa e diversificada, começou na noite de sexta, dia 15, com uma recepção, o jantar caprichado preparado pela equipe de eventos, sob orientação do professor Otoniel Ribeiro e a celebração conduzida pela Federação de Mulheres da Terceira Região Eclesiástica. A primeira palestra foi do bispo Adriel de Souza Maia, que falou sobre As famílias nos caminhos da missão (introdução ao tema):

Leia a seguir:

PAINEL – 1 – A FAMÍLIA NOS CAMINHOS DA MISSÃO.

 

A FAMÍLIA NOS DOCUMENTOS DA IGREJA.

a) Credo Social da Igreja Metodista – “a comunidade familiar expressa exigência da criação divina. A família está sujeita a insegurança a insegurança econômica e a tensões e desajustamentos  que acompanham as mudanças socioculturais. O Planejamento familiar é um fator essencial ”(V Problemas sociais – item 6). “Cremos que o Senhor pertence à terra e a sua plenitude , o mundo e todos que nele habitam; por isso proclamamos que o pleno desenvolvimento humano , a verdadeira segurança e ordem sociais só se alcançam na medida em que todos os recursos técnicos e econômicos e os valores institucionais estão a  serviço da dignidade humana, na efetiva justiça social.”( II Bases Bíblicas item 10).

b) Plano Quadrienal aprovado pelo Concílio Geral de 1978 – afirma: “a vivência da família  nos dias de hoje deve ser a nossa constante preocupação. A renovação da família como núcleo de vivência, formação e testemunhos cristãos é um dos objetivos colocados diante da Igreja.”

c) Pastoral da família – Colégio Episcopal – “A família na perspectiva bíblica é uma comunidade solidária constituindo-se numa unidade cooperativa, onde pai, mãe, filhos/as e demais membros compartilham direitos, deveres, privilégios e responsabilidades. A dimensão comunitária pai, mãe e filhos subsiste numa esfera de amor” (A Estrutura Familiar na Perspectiva  Bíblica ) .

d)  O Plano para a Vida e Missão da Igreja  sublinha  que “O culto continua por meio da oração e meditação pessoais, da família e de grupos. Ele se completa no oferecimento da vida em atos de amor e justiça” ( PVM –pg 85 – Cânones/2007).

 

e) Planejamento Nacional Missionário -  situa a família  na ênfase 6 – Promover maior comprometimento e resposta da Igreja ao Clamor do Desafio Urbano- ressaltando o seguinte objetivo: “Desafiar as igrejas a elaborarem projetos  pastorais  fortalecendo a vida familiar , abrindo espaços para oração, comunhão, partilha, evangelização e serviço.” Do mesmo modo, nessa ênfase como ação afirmativa solicita: “escrever uma Carta Pastoral do Colégio Episcopal sobre a família, trazendo os novos desafios da família moderna” (Plano Missionário pg. 30-31).

e)  Carta Pastoral – Discípulas e discípulos nos caminhos da missão – cumprem o mandato missionário de Jesus Cristo. Nessa correspondência,  o CE aponta que a vida está no caminho. Assim sendo, a família está no caminho do discipulado.  Essa construção é importantíssima, à luz do ensino Bíblico.

 

CONCEITUANDO A FAMÍLIA - Não pretendemos nessas considerações ampliarmos o conceito de família. No entanto, apontar que sociologicamente é um grupo social fundamental., Conhecemos a celebre colocação – A família é a célula mater da sociedade”. Ou ainda, grupo  de pessoas ligadas por laços matrimoniais  ou sanguíneos que geralmente vivem no mesmo lugar. No entanto, essa configuração familiar tem outras dimensões dentro da nossa realidade social.

 

UMA PERSPECTIVA  INTERESSANTE - No ensino bíblico uma ênfase é bastante contundente – ou seja – a importância da família no projeto criador de Deus.  O próprio Deus é Pai de toda a criação (A oração do Pai Nosso). No entanto, no ensino bíblico entramos muitos estilos de vida familiar.

O termos grego oikos ocorre diversas vezes no ensino do Novo Testamento e significa “casa”, a “família”, “pertences”, “bens”. Portanto, oikos traduzido por casa ou família  tem significados e desdobramentos importantes.  Edificar,  Administrar,  habitação,  construir, edifício. Pastoralmente esse desdobramentos são profundo Ou seja,  a família está sempre num processo de construção social, psicológica, moral, econômica, espiritual, missionária etc.

 

DESAFIOS PARA A FAMÍLIA NOS CAMINHOS DA MISSÃO

Propomos três caminhos?

O Caminho (encontro)  da família com Deus –  O sentido maior para a nossa aliança com o Senhor da história.

O Caminho (encontro)  da família consigo mesma. Reconhecimento da nossa fragilidade, individualismo, e incapacidade para olharmos  para nós mesmos.

O Caminho ( encontro)  da família com a missão- ou  seja – sua ação evangelizadora ( Igreja doméstica).  A visão de 1 Pedro 2 é inclusiva . Oferece uma visão da família humana indo além dos laços sanguíneos . Estamos unidos a partir da família construída pelo projeto de Deus.

A família nos caminhos da missão olha para a terra habitada com paz, justiça, solidariedade e amor. Constrói pontes de vida – ou seja – tem uma compromisso com a vida.

São Paulo, 15 de junho de 2012.

Adriel de Souza Maia.

 

No sábado, as pastoras e professores Margarida Ribeiro e Suely Xavier dos Santos, coordenadoras do Centro Otília Chaves apresentaram painel sobre as famílias na Bíblia.

Veja abaixo as apresentações:

 

A família no Antigo Testamento – CLIQUE AQUI

A família no Novo Testamento – CLIQUE AQUI

A programação prosseguiu com estudos, palestras, discussões e oficinas. A Revda Angela Pierangeli e Profa. Janice Bicudo Faria falaram sobre “As famílias nos caminhos da missão” destacando exemplos do cotidiano. As pastoras Raquel Riquelme e Andreia Fernandes Oliveira falaram sobre “ações em favor da vida”.

Nas discussões, foram levantadas importantes questões como a responsabilidade das famílias em relação à educação dos filhos, a violência doméstica contra a mulher e a necessidade de considerar a família como um campo missionário prioritário da Igreja. As oficinas foram mais do que agradáveis momentos de confraternização e lazer. Foram, também, oportunidades ricas de aprendizado a partir de experiências concretas.

Dentre as oficinas, os "colares de bênçãos" mobilizaram as participantes ao trabalho cooperativo e à oração mútua (veja as fotos acima e ao lado).

 

No dia 17, domingo, o bispo João Alves de Oliveira Filho proferiu a palestra “As famílias nos caminhos da missão: perspectivas pastorais”. Leia a seguir:

FAMILIA..CAMINHO...CRUZ.

A Faculdade de Teologia, dentre as programações agendadas para 2012, promoveu no mês de maio, através da 61ª Semana Wesleyana a celebração dos 40 anos do ministério feminino na Igreja Metodista. Relembrar o ministério feminino é relembrar a presença da mulher, da mulher pastora, esposa e mãe; da mulher que ocupa o púlpito com a mesma dignidade, sensibilidade e continuadora na arte da pregação do Evangelho.

Hoje, neste Encontro Nacional de Capacitação de Mulheres, o tema família tem polarizado as atenções. Falar da família é falar da mulher, do homem, filhos e filhas e almeja-se, que a nossa Igreja continue dando preferência para este tema importante em nossa caminhada de fé. Reconheço as dificuldades, porém é necessário que nos esforcemos e nos dediquemos para alcançar o que Deus tem proposto para cada um de nós.

Ao trazer à memória o tema da família, creio ser importante relembrar o aspecto cultural das famílias, pois ao olharmos para o nosso país, constataremos que somos imersos em uma miscigenação sinalizada pela presença indígena, africana, portuguesa, italiana, alemã, americana, japonesa, judaica, etc., que traz em seu bojo, culturas e tradições totalmente diferentes uma das outras. Esta miscigenação, em alguns momentos, leva-nos a comungar, com diferentes situações o que permite evidenciarmos ações bem tradicionais e liberais no aspecto cultural e religioso. Acrescenta-se o poder da mídia, da informática, da tecnologia sem parâmetros, da educação, da liberdade e por que não, da precocidade no relacionamento entre pais e filhos. Estas ações atingem diretamente a nossa sociedade e a vida comunitária da Igreja causando impactos que muitas vezes não estamos preparados para recebê-los e comungá-los. O que fazer? Estamos sem referenciais?

A Igreja, em sua ação docente tem procurado se pautar pelo ensino Bíblico para conscientizar a membresia sobre o tema da família. Há de se admitir, que se trata de uma “luta” desigual, pois enquanto ela, Igreja, se debate em temas que para uma grande parte, já estão superados, a precocidade de outros temas, avança “a passos” largos. O desafio está nas mãos da Igreja que através de ações educativas, santificadoras, amorosas e terapêuticas, deverá dar continuidade em projetos que visem fortalecer os laços da família.

Um tema que me intriga, é o da alienação e não vou me alongar sobre ele. Ao me referir ao aspecto da alienação, navego pela trilha da introspecção, presente em nós, que nos fornece a sensação que sabemos tudo, ou que nossos/as filhos/as sabem de tudo e desta forma nos aquietamos em nossa acomodação. Quando acomodamos, nos alienamos e quando alienamos nos distanciamos. Por mais paradoxal que seja a família está distante, porém ao mesmo tempo está próxima...próxima somente dos aspectos que interessam, nada mais. Ao introjetarmos pensamentos que todos/as sabem, nossa preocupação será menor. Criou-se o comodismo. Porém, não é apenas a alienação. Há diversos fatores que estão influenciando a vida familiar e os relacionamentos familiares. A família de hoje é bem diferente da do passado. Os lugares e papéis das pessoas mudaram. As condições econômicas e sociais levaram a família a buscar novos caminhos. O homem e a mulher ocupam papéis diferentes. Os jovens, as crianças, os adultos, a questão de gênero, etc, passam a ser reconhecidos em sua especificidade exigindo novas posturas por parte da sociedade. As questões econômico-financeiras tem exigido que o casal, disponibilize mais tempo no trabalho secular do que para a família. Valores que eram tidos como sagrados, foram quebrados. Ocorreram transformações e com elas as tensões. Não podemos esquecer que vivemos em um mundo pluralista. É impossível ignorar o atual momento que vivemos.

Como afirma a Pastoral da Família: “As tensões da vida moderna têm provocado desequilíbrios, desvios de personalidade, insegurança, desajustamentos mentais, emocionais e psicológicos, os mais diversos, tornando tudo isto barreiras para o relacionamento interpessoal. Valores éticos, religiosos e morais têm sido substituídos por outros mais imediatos, levando as pessoas a uma vida individualista e egocêntrica, onde a realização pessoal, o posicionamento social, os bens e o prazer, tornaram-se dominantes, impedindo assim, uma vivência de cunho mais comunitário” (Pastoral da Família-Colégio Episcopal). Deus nos convida a enfrentar estas questões com sabedoria, amor e compreensão, sempre à luz da presença santificadora de Jesus Cristo. Somos chamados/as a praticar o ministério da reconciliação, sendo sal da terra e luz do mundo, neste mundo com valores diferenciados e carentes da Graça Divina.

Ao observarmos as orientações Bíblicas, constataremos que a criação do homem e da mulher, foi uma proposta do Criador para que se desse o “start” na questão da vivência em família, pois a partir daí o tema família tem seu início primordial. Deus acreditou na capacidade do ser humano, homem e mulher, de viver em sociedade e dar continuidade em sua obra de salvação. Porém, o que Jesus espera de cada um/a de nós, em se tratando de: família – chamado – compromisso?

Compartilho com vocês dois momentos, em que Jesus protagoniza cenas referentes ao assunto da família, não muito convencionais, chegando a causar “ruídos” em nossa formação cultural e religiosa.

A primeira cena é relatada no evangelho de Lucas 2.41-52, cujo texto refere-se a Jesus com 12 anos de idade dialogando com os doutores no Templo. O contexto versa sobre a páscoa e os pais de Jesus foram participar desta festa e no retorno o menino se perde. Os pais voltam para procurá-lo e quando o encontra, a mãe diz: “filho porque fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos a tua procura”(v.48). O menino responde: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?”(v.49). No relato podemos perceber alguns aspectos do nosso cotidiano, tais como: festa, perda, ansiedade, busca, encontro, preocupação, “bronca”.  Percebemos que são os mesmos fatos do nosso dia-a-dia na relação com os(as) nossos(as) filhos(as) quando recebemos informações  da necessidade de tomada de posição, ou seja,  a “bronca” é a mesma recebida por Jesus: “ Por que fizeste assim conosco?” Cada um(a) de vocês poderá interpretar esta frase da melhor maneira possível, mas tenho plena certeza que as mais comuns são:” Por que chegou tarde?”.....”O que foi que combinamos?”.......”Por que não manteve sua palavra?”...”Onde você estava?”...Por que não me ligou?” etc. A resposta do menino não foi compreendida pelos pais, porém, a mãe de acordo com o relato, guardava tudo em seu coração. Enquanto a preocupação da mãe era com a figura do menino, ele radicaliza: não vim a este mundo para colocar em prática este tipo de preocupação......vim a este mundo para cumprir a vontade  do meu pai. Este é o meu compromisso. Talvez perguntemos: Jesus não enfatizava a questão familiar? Sim, ele viveu com a família, cresceu em um ambiente familiar, trabalhou com o pai, etc., porém deixou claro que a família não podia impedi-lo de cumprir a tarefa para a qual estava comissionado. Para nossos dias, esta é uma variável que devemos levar em consideração, ou seja: até que ponto as relações familiares não tem impedido uma comunhão sinalizada pela Graça? Até que ponto as preocupações exageradas tem roubado e impedido que o diálogo seja o caminho viável nas comunicações e relacionamentos? Até que ponto a Igreja continuará se debatendo em temas descontextualizados, enquanto nossos(as) jovens, filhos(as) contemplam e vivenciam um mundo diferenciado e mergulhado em proposituras que “arranham” a nossa vida espiritual? Jesus disse aos pais: não sabíeis que me cumpria estar na casa do meu Pai?  Como vamos compreender a dialética: casa-família e casa do meu Pai? Jesus nos adverte sobre o peso exagerado que estamos proporcionando na relação familiar e na relação com aqueles/as  para a qual temos sido chamados(as). Qual a mais importante? O aconchego da família ou o sacrifício da cruz? Não estou afirmando que devemos “romper” com a família, subjugar a família, porém colocá-la no caminho de Jesus, ou seja, a família é aquela que segue os passos do Mestre e não empecilho na promulgação do Reino de Deus.

A segunda cena, encontramos em Mt.12.46-50. Incisiva, dura, radical a palavra de Jesus. Do ponto de vista estritamente sentimental e emocional, dificilmente compreenderemos esta orientação de Jesus. Alguém afirma: Estão ai seus irmãos e sua mãe e querem ver-te. O filho responde: Quem são meus irmãos e minha mãe? E aponta para os discípulos sinalizando que eles são os irmãos, ou seja, a família dEle, pois irmãos, mãe, pai e irmãs são  aqueles(as) que fazem a vontade de Deus. Esta cena não é comum; ela é imprópria para os nossos padrões egoístas e conformistas. Será que Jesus recebeu sua família? Deu atenção a ela? Orou com ela? Abraçou a mãe e os irmãos? Há de se perguntar: qual foi a reação da família? Aceitou a postura de Jesus? Insistiu em dialogar com ele? Foi embora? A resposta pode ser encontrada em Mc. 3.20-21. De acordo com o texto, Jesus vai para casa e a multidão o segue, não dando “trégua” nem para o momento da refeição. Neste momento chegam os parentes e preocupados com tudo que cerca o Filho famoso, decidem “blindá-lo”, pois crêem que ele está fora de si e mentalmente afetado. Este fato ilustra muito bem quão pouco a sua família o compreendia, e também quão pouco compreendia a sua missão. Porém, queiramos ou não, uma coisa fica muito clara: família para Jesus são aqueles(as) que estão no caminho e o ajudam a carregar a cruz. Mas o que fazer com a nossa família? A família de Jesus resolveu protegê-lo e até insinuou que ele estava “fora de si”.  E nós em nossos dias? Como temos tratado as nossas relações familiares? Até que ponto família-instituição e família do caminho se ajustam? Família instituição é aquela que atua em redor de si, se auto protege, determina parâmetros, cria personalismos....vive no gueto. Família do caminho encontra pessoas, cura as feridas, ouve, é perseguida, não tem proteção, é peregrina.....família do caminho...caminha, carrega a cruz, vive a auto-doação, não tem ouro nem prata....tem a Graça da Ressurreição.

E a Igreja? O que fazer com a família? Ampará-la? Desampará-la? Moldá-la?.....Discriminá-la? Nos “achismos” e “sofismas”, no amar e discriminar, nas ofertas e nas oferendas, no estar e no não estar, no cobrar e no amar, no oferecer e no disponibilizar....qual o nosso caminho? Em meio a tantas figuras e projeções, que se misturam com malabarismos no sentido de se encontrar o significado da cruz, projetamos e muitas vezes deliramos. Criamos sofismas, montamos palcos, projetamos shows, inventamos, re-inventamos......com a finalidade de trazer Deus até nós, agradar a Deus...queremos vElo no trono, para que? Raspamos as nossas cabeças, andamos descalços, dançamos, louvamos, oramos.....atingimos as nossas famílias?....Ajudamos a colocá-las no caminho? Enquanto a nossa adoração embasar-se somente em temas que nos distanciam, que recriminam, discriminam; enquanto a nossa adoração embasar-se somente na esfera vertical, ou seja, para nós mesmos, para a nossa satisfação, continuaremos a procurar Jesus e ao encontrá-lo, ouviremos: meu pai, minha mãe, meus irmãos e minhas irmãs, são todos(as) aqueles(as) que fazem a vontade do meu Pai. Como reagiremos? Conforme afirma o hino: “Família unida somos, família de Jesus, Iluminados todos, Da mesma santa luz....Olhar com simpatia os erros de um irmão, E todos ajudá-lo com Terna compaixão (HE, 395). Fico a perguntar: como anda a ecumenicidade da família? Será que segue os padrões da Igreja?.....Da Graça Redentora? Dos “sofismas” do mundo moderno? O poeta, em sua interpretação teológica pode nos deixar este legado: Família unida somos, família de Jesus, e por pertencermos a esta família, olhamos com simpatia, não com discriminação, os erros do nosso irmão. Será que não é isto que nos falta? Temos sidos  ousados, como família, de “olhar” com simpatia as nossas relações, especialmente aquelas ligadas com aqueles(as) que fazem parte do nosso ambiente familiar? Qual tem sido a nossa ação?Quantos de nós:esposas, maridos, filhos(as), pastores(as), não somos “discriminados(as)” porque não seguimos os padrões que são impostos? Como  poderemos, como  família, andar pelo caminho..... carregando a cruz  ?

Rev .João Alves de Oliveira Filho

Bispo Emérito da Igreja Metodista -5ªRE.

O encerramento teve celebração com Santa Ceia e muita alegria. A professora Margarida, uma das organizadoras do evento, diz que os relatórios de avaliação foram muito positivos – mesmo vindo de participantes que, a princípio, não estariam no público alvo do Encontro. “Tínhamos entre nós dois pré-adolescentes, filhos de participantes do encontro e um deles disse que já faria a reserva para o ano que vem", conta, satisfeita, a professora. Esperamos você também para o encontro de 2013!

 

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